Rock'n Roll

11/02/2005 14:40
Bom lembrei q ainda tinha blig hehe!!!
Pois é né mais ainda continua sem poder por foto!!!
Por issu naum entro mais...
Entrem nu meu blog e du meu primo:
www.intheworldofthemales.zip.net

da uma olhada la alguns vaum gostar e alguns naum hehehe
flw!!!
enviada por R3T4RD4D0_DE_PL4NT4O



15/09/2004 13:23
http://fotolog.terra.com.br/pedro_slipknot
Aopa galera qto tempo hein!!!
Galera fiz esse fotolog ta cum umas fotos fiz ele ontem la vai t só foto de bandas beleza!!!
Flw ai pu 6!!!

Switch Stance
Conquistando seu espaço

Quando se pensa em rock no Nordeste, é normal imaginar uma banda que toque rock misturado com sons típicos da região. Os cearenses do Switch Stance, no entanto, tocam um hardcore melódico sem firulas e, hoje, são influência para uma nova geração de bandas nordestinas.

Vencendo todas as barreiras, atualmente se preparam para uma turnê pelo Sul/Sudeste com a banda portuguesa Fonzie e prometem lançar no fim do ano seu terceiro álbum de estúdio.

Confira abaixo um bate-papo com o vocalista Maurílio Fernandes, revelando um pouco mais sobre a cena underground no Nordeste, os planos para a turnê com o Fonzie e a sensação de tocar no Porão do Rock para 25 mil pessoas.
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>>> Gostaria que você começasse falando sobre o Festival Porão do Rock. O show de vocês foi citado por grande parte da crítica especializada como um dos melhores do evento. Como rolou o convite?

Primeiramente, havíamos enviado o nosso material. Posteriormente, sob a indicação de uma empresa de eventos daqui do Ceará conseguimos um contato mais consolidado com a organização do evento, confirmando a nossa ida.

>>> E como foi tocar pra 25 mil pessoas? Eu vi vocês no Kachanga tocando pra umas cem cabeças... É um salto e tanto, hein? Não bateu um nervosismo?

Já tocamos em outros festivais com uma galera grande assim, tipo, 25-30 mil. O Ceara Music e o Abril Pro Rock nos prepararam bem para esse tipo de frio na barriga. Porém, 25 mil pessoas em Brasília pra escutar nada mais, nada menos que rock and roll, aí foi foda mesmo!

>>> E você acha que, após o festival, o caminho a ser trilhado pelo Switch Stance daqui pra frente vai ser diferente?

Já vínhamos adotando uma postura mais madura com o passar dos últimos anos. Porém, a repercussão do festival em si, aliando-se a muitos contatos importantes feitos no evento, tudo isso nos faz esperar algo de novo. Mas a Switch sempre terá a mesma energia, o mesmo feeling, saca? Isso nós não pretendemos mudar.

>>> Quais as principais diferentes, na sua opinião, entre o Abril Pro Rock e o Porão?

Ambos homenageiam o rock e a música alternativa, sem dúvidas. A organização de ambos os festivais é louvável, além de que a escolha das bandas parece ser bem seleta, o que é ótimo para o público. Mas a localização distinta desses dois festivais reflete públicos culturalmente diferentes. Só o fato de termos tocado no Planalto Central já faz uma diferença e tanto.

>>> São vocês que organizam quase todos os shows aí pelo Nordeste, certo? Quais as principais dificuldades em organizar show de bandas de fora e qual o retorno para o Switch Stance?

Organizar eventos sempre é algo complicado. Quando se trata de rock então, aí o bicho pega mesmo. Felizmente, a situação nordestina vem mudando bastante esses últimos anos. Novas bandas, novos selos, novos festivais, tudo isso ajuda muito a difundir o rock pelo Nordeste. A vinda de bandas de fora pra cá acaba por ampliar os contatos e as amizades que temos, mostrando a essa galera que nós por aqui fazemos as coisas direitinho.

>>> Qual foi o maior "perrengue" que vocês já passaram organizando shows por aí?

Ah problemas já tivemos vários hehe, mas que foi mais cabuloso foi no show do RDP. Público inconformado fazendo protestos etc. Isso causou uma tentativa de invasão na casa foi preciso reforçar a segurança até mesmo chamar a policia. No final tivemos reformar uma boa parte do Bar. Mas diria que perregues assim são raríssimos por aqui, depende bem de quem está se apresentando.

>>> Dê uma geral na cena nordestina... público, casas de show...

Como disse antes, a situação vem melhorando bastante por aqui. O público se interessa mais pelo o que é nosso, vai aos shows, compra os discos, merchandises, até se organizam em fã clubes. Tudo isso somado às casas de shows que vêm proliferando, abrindo espaço para bandas novas mostrarem seu trabalho. Diria que tem alguns locais em destaque como: Hey Ho Rock Bar (CE), Do Sol Bar(RN) , Dokas(PE) e várias produtoras independes que fazem a parada virar .

>>> Voltando um pouco às origens... O skate ainda continua fazendo parte da vida dos integrantes?

Na verdade, apenas eu e o Tarcisinho continuamos com nossos roles de sk8. Mas o estilo e a adrenalina permanece no sangue de cada um.

>>> Com quase dez anos de estrada, vocês acham que já venceram todos os preconceitos por serem uma banda de fora do eixo Sudeste/Sul?

"Todos" acredito ser uma palavra forte. Entretanto muitas barreiras foram quebradas com as nossas idas e vindas pelo Sul e Sudeste. Só a perseverança mudará finalmente esse quadro.

>>> O EP virtual Acústico no Hey Ho pode vir a ser lançado no "mundo real"? Quais os próximos lançamentos do Switch Stance?

Achamos um tanto improvável. Já estamos num ritmo de composição, e provavelmente lançaremos material novo no final desse ano.

>>> Em setembro vocês partem para mais uma turnê Sul/Sudeste... quais cidades estão no roteiro e os sets serão plugados, desplugados, ou os dois?

Passaremos pelas cidades de São Paulo(SP), Limeira(SP) , São Carlo(SP), Taubaté(SP) Ribeirão Preto(SP) , Santos(SP) , Londrina (PR), Curitiba (PR) , Balneário Camboriu (SC), Salvador (BA), Maceió (AL) e João Pessoa (PB).São ao todo 17 shows que faremos nessa tour , 12 deles faremos junto com a banda Fonzie de Portugal . Para melhores informações quanto às datas e locais, chequem o nosso site www.switchstance.com.br. O set será plugadíssimo, sem dúvidas!

>>> E como ficam os empregos, famílias, nessas turnês aqui por baixo?

É o jeito dar um tempo nessas outras obrigações da vida nessas horas, embora às vezes seja complicado. Empregos são que diria com maio grau de complicação, mas fazemos nossas turnês bem planejadas com os horários e datas mais adequados aos mais ocupados da banda. Na realidade temos que nos planejar bem sempre pois não é todo mês que podemos está indo para o Sul e Sudeste. Moramos muito longe!

>>> Vocês estão envolvidos com a Empire Records. Como nasceu o selo e quais os resultados q vocês têm obtido.

Apesar de ser dono da Empire, procuro separar as atividades de selo e banda. A Empire nasceu com a idéia de fortificar e dar condições de bandas de Fortaleza a terem seus discos lançados... Essa foi a primeira idéia. Tudo começou quando trabalhava em uma loja que era a maior daqui de Fortaleza cujo o nome dela era Empire Records (hehe). Lá aprendi muita coisa... Em 2000 a loja fechou e eu e um dono que gostava de HC resolvemos montar juntos um selo e continuar a levar o nome da loja e ainda ficar em contato com a música. Nisso com uma graninha de recisão montei um estudio e um escritório que é a Empire de hoje. Logo no começo meu sócio saiu e fiquei só na batalha...

Com muita persistência é legal ver que a Empire hoje é referencia para muitas bandas... Espero poder continuar com esse trabalho por muito tempo ainda , que o meu negócio é mexer com música.

>>> Como você vê o Switch Stance daqui a dez anos?

É um tanto difícil estimar de agora. Se tudo der certo, espero, continuaremos fazendo o bom e velho HC melódico pra galera!

>>> Recado final?

Obrigado pelo espaço cedido por vocês, é sempre bom trocar essa idéia. Agradeço a todas as pessoas que estão lendo essa matéria , e visitem nosso site em www.switchstance.com.br. Valeu galera, e espero vocês em nossos shows! Paz e União a todos !

enviada por R3T4RD4D0_DE_PL4NT4O



28/08/2004 23:58
Ignite anuncia turnê brasileira

A banda de hardcore divulgou em seu site oficial datas para uma tour brasileira em outubro. Estão confirmadas apresentações no Hangar 110 (23 e 24/10) e no festival Punk Rock Show, que rola em Brasília nos dias 30 e 31 de outubro.
Formada em 1993, o Ignite rapidamente conquistou um lugar de destaque na cena hardcore norte-americana e acabou virando referência para diversas bandas do estilo ao redor do mundo. Essa será a primeira vez que os caras tocam no Brasil.

Dead Fish no Video Music Brasil

O quinteto Dead Fish está concorrendo ao prêmio de revelação no Video Music Brasil deste ano com o clipe "Zero e um", extraído do álbum homônimo, lançado recentemente pela Deck Disc.
"Zero e Um" foi dirigido por Eduardo Kurt e foi o primeiro single extraído do quarto álbum de estúdio da banda, o primeiro por uma grande gravadora. No páreo estão também os companheiros de gravadora Matanza, Gram e também os grupos Ludov e Br'oz. O grupo também está preparando a turnê de lançamento de seu primeiro DVD para o mês de outubro, tendo possivelmente, o quarteto de hardcore melódico Ignite da Califórnia como comparsa.
Para votar no Dead Fish, acesse o site da MTV Brasil em www.mtv.com.br.

Já nas lojas o álbum de estréia do Bandits

Já está disponível na Galeria do Rock/SP (ver relação das lojas abaixo), o albúm de estréia do Bandits, Uma resposta para alguns dos seus próximos dias, com treze músicas + faixa interativa (com o vídeoclipe da música "Recordações de um só momento", letras e fotos de making of do vídeoclipe). O lançamento está sendo feito pela Igloo Discos, selo estreante no cenário de São Paulo.

Se você possui uma distro e tem interesse em distribuir o material dos caras, entre em contato com a banda no e-mail allanlito@ig.com.br.

Pra galera de São Paulo, o CD pode ser encontrado nas seguintes lojas: Decontrol, Dance of Days Rock Shop, Estrondo, 13TA Muzik, Playstereo, Sellas 464, Power Rock e 255 da Galeria do Rock em São Paulo.
As músicas "Longas Noites", "Recordações de um só momento" e "Tão Longe" estão disponíveis para download. Clique aqui para acessar a página do Bandits na Trama Virtual.

Nos bastidores da cena
Pará

A cena paraense de punk rock e hardcore ainda é muito incipiente, mas tem representantes antigos e novos que com certeza fazem um som de alta qualidade. Embalada pela "onda punk" dos anos 80 em São Paulo, bandas como Insolência Púlblica e Delinquëntes apareceram na cena musical da cidade.
Tocando primeiramente em minúsculos bares, essas bandas, e várias outras as quais eu desconheço (falando a real, hehe) influenciaram as novas gerações de bandas e ainda influenciam aqueles que curtem punk rock e hardcore e que curtem fazer um som. Na atualidade, a cena paraense pode ser resumida em bandas como Delinquëntes, Insolência Púlblica, Ato Abusivo, Babylóides, DCA, Ameaça, Bauamas, The Ments, Sequelas e várias outras pelo Pará todo.
Os lugares para tocar são poucos, basicamente bares e pequenas boates para rock, a mais nova e promissora sendo a Boate Armazém, que apresenta quase todos os fins de semanas shows de bandas locais e de fora do estado. As bandas paraenses, talvez por falta de grana mesmo e falta de gravadoras e selos locais, não costumam registrar seus trabalhos com muita frequëncia.
A banda Delinquëntes, por exemplo, demorou quase 15 anos para poder gravar seu primeiro CD, intitulado Pequenos Delitos, lançado por uma das únicas gravadoras e selos de Belém, a Ná Figueredo Records.
As bandas se concetram em cidades como Belém e em distritos como Icoaraci, que apresenta uma gama bem grande de bandas de hardcore, skate rock e punk rock. Temos um programa na rádio Cultura de Belém que incentiva bastante as bandas de rock paraenses em geral, e com isso as de punk rock e hardcore também. O programa vai ao ar todos os sabádos, às 16h, e toca desde as demos das bandas bem como apresenta gravações de shows das bandas locais e também apresenta shows ao vivo direto da rádio. Alguns festivais como o Fest Rock Pará, que aconteceu ano passado, tem sido também boas oprtunidades para as bandas locais aparecerem.
Zines eu não conheço nenhum, pra falar a real (é foda...), mas devem ter alguns por aí sim, principalmente entre os punks que rondam pela cidade. Como eu disse, nem sei se podemos chamar de cena o que as bandas daqui fazem, mas com certeza o que elas fazem (tocam né...) é um punk rock e hardcore com pitadas de sons regionais , com letras politizadas e de muito protesto.
O público ainda é um pouco reduzido, o pessoal aqui gosta mais de metal (o que tem de cabeludo aqui nãoé brincadeira!), mas tem até uma certa união entre as bandas de punk rock e hardcore e as de metal, então essa união aumenta bastante o público pro punk hc. O que falta é surgirem mais bandas e virem umas bandas de fora do Pará pra cá de vez em quando, pra poder fomentar a cena punk rock e hardcore do estado. Mas isso já é tema pra uma outra matéria...

Biografia
Holly TREE

George (Vocal/Guitarra), Tito (Baixo) e Zé (Bateria e Backing Vocals), formaram o Holly TREE em abril de 96, na cidade de São Paulo. Influenciados por bandas como Green Day, Ramones, The Queers e Toy Dolls, começaram a fazer pequenos shows em escolas, só com covers, mas já preocupados em compor suas próprias músicas, que tratam de assuntos muito variados, desde garotas até os problemas de nossa sociedade. Algum tempo depois, lançaram sua única demo tape, chamada Mom’s tea party, que pode ser encontrada à venda até hoje em diversos lugares.

Com a fita em mãos, a banda pôde participar de festivais maiores, como o "Halloween Rock Festival" da Cultura Inglesa, onde a banda ganhou os prêmios de "melhor performance" e "segunda melhor banda". Esse festival abriu muitas portas para o Holly TREE, inclusive a oportunidade de fazer outros shows na própria Cultura Inglesa, em diversas unidades dentro de São Paulo.

No final de 98, depois de já ter participado de algumas coletâneas, a banda lançou seu primeiro CD, chamado Running out of sense, que originou 2 clipes, 1 da música "Burning school", gravado em VHS, e outro da música "Hey! Stop it!", desta vez melhor produzido e gravado em 16mm.

Em julho de 2000, o Holly TREE foi para os Estados Unidos, para fazer alguns shows em lugares ilustres como o CBGB. A turnê foi muito positiva para a banda, que pôde divulgar seu trabalho no exterior e fazer muitos contatos, que serão com certeza muito importantes para o futuro do Holly TREE.

Com a mesma formação desde o início, a banda lançou em 2000 seu segundo CD, chamado Don’t burst me, com 14 músicas inéditas e mantendo o estilo Holly TREE de tocar punk rock. Visite o site oficial e os não oficiais da banda e se você ainda não conhece o som dos caras, pegue as MP3 disponíveis no site MP3.com.

enviada por R3T4RD4D0_DE_PL4NT4O



22/08/2004 21:03
Biografia
Homegrown


Como acontece com a maioria das bandas, o Homerown teve inicio no segundo grau (high school dos americanos) no colégio de El Modina, em Orange County. Primeiramente formada por Johnee Trash, Ian Cone e Bob Herco, eles aprenderam literalmente a tocar na garagem da casa de Bob. Em 1993, após se formarem, mais um integrante, Adam Lohrbach, vindo de Costa Mesa, se juntou ao grupo. A idéia da banda era tocar em qualquer lugar pra conseguir algum dinheiro e cerveja.

As influênicas da banda são muito variadas, explicando o porquê da espontaneidade e variedade musical deles. Todos eram fãs de Metallica, depois Ian começou a escutar bandas de ska e punk como Operation Ivy e NOFX, e todos passaram a escutar esse tipo de música. Depeche Mode, The Smiths e até Michael Jackson também fizeram parte das influências musicais, porém apenas por parte de Adam.

Depois de tocarem em muitas festas locais e com o sucesso indo de boca a boca, eles passaram a tocar nas rádios da Califórnia, alcançando o topo das paradas com as músicas "She said" e "Surfer girl".

Com o sucesso da banda, eram constantes os convites para participarem de coletâneas, entre elas a Punk sucks, da Liberation Records. Com mais um sucesso, a gravadora investiu no grupo, lançando o primeiro álbum, That's business. Mesmo com o baixo custo de produção e o pouco tempo para ser gravado, o disco vendeu muito (mais de 13.000 cópias nos EUA e 8.000 na Europa), o que levou a banda a abrir shows de outras bandas de sucesso local, como Blink 182 e Unwritten Law, e depois outras maiores como Sublime, Save Ferris, The Dickies, The Circle Jerks, Face to Face e The Aquabats. As músicas "Alternative girl", "Shirley D. Pressed" e "She said" foram sucesso em rádios de LA, como a KROQ.

Tudo isso levou a gravadora sueca Burning Heart a se interessar pela banda e, em 1996, lançar o EP de 5 músicas Wusappaning, que vendeu 7.000 cópias na Europa (nos EUA só é vendido nos shows da banda).

Depois passaram a fazer parte das músicas de vídeos de skate/surfe/snowboard/esqui, incluindo o épico Snowriders de Warren's Miller de 1996, com a música "Another face in the crowd". Além de participarem de tributos ao Operation Ivy, tocando "Bombshell", e Duran Duran, com "Planet Earth".

Sem dinheiro para uma turnê, eles participaram de pequenas tours (Bologna Sandwich / Van-and-Trailer) com outras bandas punk, como US Bombs e The Grabbers. E numa dessas, no Milk Bar em Jacksonville (Flórida) onde nunca haviam tocado antes, eles se espantaram quando ouviram o público cantando suas músicas.

Foram descobertos então pela Outpost Records e, após assinarem contrato, começaram a trabalhar no segundo disco: Act your age, de 1998, onde, diferentemente do primeiro, eles puderam trabalhar com tempo e se divertir, fazendo assim um álbum de melhor qualidade musical. Sucessos como "She's anti", "Bad news blair" e "Surfer girl" variam de um conteúdo de raiva a uma fantasia romântica. Isso se deve às experiências de vida dos integrantes, como a de John que foi jogado na lata de lixo por uma garota mais velha do colégio.

Com suas músicas eles tentam passar um recado: o mundo pode ser um lugar muito ruim, mas você deve descobrir um jeito de ser feliz; surfando, andando de skate, indo pra faculdade, tocando música ou até mesmo escutando Homegrown.

Mostra Internacional de Cultura Independente

Nos dias 14 e 15 de outubro, aconteceu em São Paulo, na Funarte (Ministério da Cultura), a 1ª Mostra Internacional de Cultura Independente, organizada pela Debby (dona do selo Ordinary Records), Marcos (guitarrista Thee Butcher´s Orchestra) e Megssa (vocalista Fishlips).

Diga-se de passagem, que este evento foi um marco na cena cultural independente/underground tupiniquim. Mostra de vídeos, shows, palestras, debates, tudo independente, conseqüentemente alternativo.

No primeiro dia do evento, tivemos a apresentação das bandas Dominatrix, Grenade e Fishlips. No segundo dia, tivemos Sala Especial, Hang the Superstars (GO) e Thee Butcher´s Orchestra, em que o baixista surpreendeu tocando somente de cueca, para delírio do mulherio. Durante os dois dias da mostra, vários DJs se revezavam nas pick-ups, simulando uma rádio com transmissão ao vivo.

Além dos fanzines - mais de 300 – em exposição, que as pessoas faziam questão de levar no primeiro dia para desespero dos organizadores, tivemos também exposição de livros, roupas, quadros, bijuterias e, é claro, demos e CDs, com a participação dos principais selos independentes do Brasil, entre eles Teenager in a Box, Spicy Recs., Monstro Discos.

Em ambos os dias houve debates, no primeiro com os quadrinhistas Laerte, Edu Manzano, Lourenço Mutarelli e Laerçon Santos, ente outros. No segundo, debate entre donos de selos, zineiros e músicos, em que foram discutidos os preços das demos, o acesso restrito ao grande público, enfim, todos os fantasmas que rodeiam a cena underground. Se existe solução, aí já não sabemos.

Tivemos também performances de artistas plásticos e sarau de poesias com o zineiro Marcelo, do Scream & Yell, recitando obras de poetas independentes, como as da musa Cecília Fideli, enquanto a banda Dejà-Vu tocava.

Os organizadores estão de parabéns pela mostra, e, ao que tudo indica, no ano que vem tem mais, desta vez no MAM. Confira no site www.mostraindependente.cjb.net e morra de inveja de quem esteve lá.


enviada por R3T4RD4D0_DE_PL4NT4O



21/08/2004 00:12
Ramones: trinta anos em grande estilo

Rola no dia 12 de setembro a festa de aniversário dos trinta anos de Ramones. Segundo o site da Billboard, o evento contará com uma jam de respeito, incluindo os seguintes músicos: Tim Arstrong (Rancid), Henry Rollins (Black Flag), Brett Gurewitz (Bad Religion), Steve Jones (Sex Pistols), Mark Hoppus (Blink 182), Dicke Barrett (Mighty Mighty Bosstones), Eddie Vedder (Pearl Jam), Flea e John Frusciante (Red Hot Chilli Peppers), Pete Yorn e o produtor Daniel Rey. Os Ramones estarão representados por CJ e Marky.

A abertura ficou a cargo dos The Dickies, além de duas bandas surpresas. O evento terá também a exibição de muitos vídeos e material raro dos Ramones.

O Avalon Theater (Hollywood, Califórnia), local do show, foi onde os Ramones fizeram o último show de sua carreira, em 1996. Vale lembrar que todos os ingressos já foram vendidos e que o dinheiro arrecadado será doado a instituições que lutam contra o câncer.

Tequila Baby lança novo disco em Curitiba

Rola no próximo sábado, dia 14, na capital paranaense, a festa de lançamento do novo CD da banda gaúcha Tequila Baby. O evento acontece no Curitiba Center Art e contará ainda com as bandas Relespública e Haullys.

A ameaça continua traz quinze faixas inéditas e mostra o mesmo Tequila Baby de sempre, com seu punk rock ramoníaco e um dos vocais mais legais do rock brasileiro. No endereço www.tequilababy.com.br você confere um hotsite do disco com algumas músicas em streaming.

Serviço:
Curitiba/PR — 14/08, sábado
Tequila Baby, Relespública e Haullys
Local: Curitiba Center Art (R. XV de Novembro, 2450 - Alto da XV)
Ingresso antecipado a R$10 no Armazém do CD e DCE Unibrasil, na hora R$15.
Horário: 22h30.
Informações: (41) 262.2000 / (41) 9119-0363

Korn divulga tracklist do Greatest Hits Vol. 1

Para não ficar parado, o Korn estará lançando no dia 19 de outubro um best of, com as músicas mais conhecidas, antigas e novas.

Segue abaixo a lista das músicas:

Word Up (Cameo)
Another Brick In The Wall (Pink Floyd)
Y'all Want A Single
Right Now
Did My Time
Alone I Break
Here To Stay
Trash
Somebody Someone
Make Me Bad
Falling Away From Me
Got The Life
Freak On A Leash
Twist
A.D.I.D.A.S.
Clown
Shoots And Ladders
Blind
Freak On A Leash (Dante Ross Remix)

Show do Hoobastank é adiado

O Hoobastank, que iria se apresentar em São Paulo na próxima quarta (25/09), teve de adiar sua visita ao Brasil, pois o vocalista Doug Robb adoeceu durante a turnê pela Ásia e Oceania. Estima-se até que seja um caso de SARS, a gripe asiática, porém não há nada comprovado.

No entanto, a banda prometeu agendar novas datas para o Brasil, e para quem conseguiu ganhar os ingressos na promoção da 89 FM, que estava organizando o show, pode ficar tranquilo, pois estes irão valer quando a banda vier tocar.
enviada por R3T4RD4D0_DE_PL4NT4O



20/08/2004 23:58
Biografia
Bambix


Vindo da Holanda, o que se pode esperar do nome Bambix? Muitos nem sabem que, originalmente, esse é o nome de uma tradicional marca européia de produtos alimentícios para crianças. Mas não é só isso: Bambix é uma competente banda que, com muita dedicação e disciplina, apresenta sonoridade singularmente forte, muitas vezes veloz, muitas vezes rock, porém sempre intensamente melódica, numa coesão única. Podem chamar de punk, hardcore, punk rock, o que for. Tudo flui com entusiasmo, graças à bela voz da guitarrista, letrista e fundadora Willia van Houdt.

A banda foi formada na virada para os anos 90 e, na época, costumava tocar em concertos beneficentes, eventos de apoio a entidades ecológicas e de defesa dos direitos dos animais. Anos depois, sem esquecer suas origens, já tinham dividido o palco com nomes consagrados mundialmente: Bad Religion, NOFX, UK Subs, Shelter, All, Napalm Death, Fugazi, G.B.H., Toy Dolls, uma honraria de longa lista. Em maio de 2001, participou do festival belga Earect, junto com Sepultura, Papa Roach, Sick Of It All, Slipknot, Pennywise e outros.

Turnê brasileira

Em abril de 2000, o Brasil teve a oportunidade de recebê-los pela primeira vez, na primeira excursão do grupo fora do continente europeu. Foram onze shows, a maior parte no eixo Sul-Sudeste, mais três apresentações em programas de televisão e também três em rádios. Essa primeira tour, organizada pela F Records/k-tions, foi marcada por uma energia contagiante, e a banda, até então pouco conhecida, recebeu a merecida atenção e o respeito da galera. Passados exatos doze meses, o Bambix repete a dose em uma excursão igualmente bem-sucedida (foram mais onze shows), favorecida pela audiência cativa conquistada no ano anterior e por fãs mais recentes.

O Bambix tem no currículo, até o momento, quatro álbuns, mais compactos sete polegadas, singles e participações em diversas compilações espalhadas por alguns países. Além do primeiro videoclipe (da música "Annie") com execução em première no programa Riff da MTV Brasil.

Leitmotiv

O primeiro lançado no Brasil foi Leitmotiv (1999), pelo selo Barulho, sob orientação da produtora k-tions. O termo, oriundo das ciências sociais, significa algo como a motivação que faz você tomar uma atitude deliberadamente. Segundo a vocalista Willia, o nome não veio por acaso: "Fazer música é algo tão importante que se tornou o leitmotiv de nossas vidas e todas as letras falam de diversos leitmotivs que as pessoas têm para mudar as suas respectivas realidades." Na arte da capa, podemos encontrar pequenas fotos, como a de uma mulher muçulmana ou a de um velho músico. "São pessoas completamente diferentes entre si, com objetivos e visões de vida diferentes, cada uma com seu próprio leitmotiv", completa Willia.

Desse trabalho, podemos destacar "Brand new religion", "Seclusion", "Summersong", "Hurricane hero" e "Monozygotic", só para falar de algumas. Ainda dentro do CD, encontramos uma música "escondida": um cover feito em homenagem à veterana banda punk alemã Brezhnev.

Crossing common borders

Em 2000, saiu pela F Records/k-tions Crossing common borders, que tem como faixas-bônus o compacto sete polegadas To Call A Spade A Spade. Para ele, foi criada uma arte gráfica diferenciada, em comemoração à primeira tour extra-européia e ao quinto ano da edição original. No encarte, além das letras, há fotos das capas originais, com comentários da própria Willia a respeito dos trabalhos. Mais precisamente ao fundo do encarte, podemos observar um mapa antigo do século 16. O registro cartográfico em questão foi desenhado por um holandês e é justamente sobre o Brasil, numa alusão à turnê que precedeu o lançamento: significa o Bambix descobrindo o Brasil, que tornou-se, para a banda, um dos lugares mais especiais onde eles estiveram.

Crossing common borders traz muita velocidade, bases melodiosas que vez ou outra possuem um pé bem de leve no metal, como "X-ray the candy", "Cry-o-surgery" e "Bitchcraft". Esta última apareceu pela primeira vez em terras brasileiras no biênio 1996/97, numa compilação italiana chamada No Time To Panic, distribuída em algumas cidades graças ao pessoal do White Frogs, que também participou da coletânea e recebeu uma cota de discos para divulgar por aqui. Na seqüência das músicas, ainda temos o To Call A Spade A Spade, que na Europa saiu como um compacto em vinil de sete polegadas e, dentro dessa edição exclusiva, foi editado pela primeira vez no formato CD. São mais quatro músicas, com destaque para "Spade", em que Willia divide o vocal com o baterista da época, Beer. À primeira vista, encontramos apenas mais três músicas no track list apresentado na contracapa do CD, mas há ainda duas faixas ocultas: "You nedeed me" (de To Call A Spade A Spade) e a versão de "Bitchcraft", registrada anteriormente no já citado No Time To Panic.

What’s in a name

No ano seguinte, saiu What’s in a name (também pela F Records/k-tions), que é, de longe, o trabalho mais meticulosamente elaborado. O grande diferencial é tratar-se de um álbum "conceitual", cuja temática aborda "pessoas que vivem como querem, sem se importarem com as dificuldades que encontram no meio do caminho. Algumas são reais, outras fictícias, mas todas lutadoras", nas palavras da vocalista. Essa edição contém quinze músicas e um programa multimídia. As duas primeiras canções, "Beloved by gone" e "Sense and sensabullety", são originalmente do trabalho Klasse (um CD split feito em parceria com a banda alemã Skin Of Tears) e aparecem inusitadamente como bônus introdutório, para respeitar a ordem cronológica da discografia da banda. No multimídia, uma realização da 3works, uma mostra do que foi a primeira turnê do Bambix em terras brasileiras: cartazes de show, fotos e dois vídeos tirados de duas apresentações (que acabou ficando conhecida como CatuABBA tour 2000).

Mas afinal, "o que há por trás de um nome?". Aqui, na realidade são treze nomes, cujas histórias podem ser desvendadas no encarte. Destacam-se: "Julie", homenagem à ativista ecológica Julie Hill, que viveu por anos numa floresta sobre a copa de uma árvore para protestar e impedir que uma madereira multinacional se apoderasse da área, e "Annie", referência à mãe da cantora, pela possibilidade de fazê-la sentir-se "acima das nuvens". Ambas foram escolhidas para o primeiro CD single e "Annie" transformou-se em videoclipe. Também vale notar "Maria", mais uma sobre religião, e "Loch Ness", com arranjos de banjo, sui generis para uma punk-rock-blues-song, que faz alusão à imagem sombria e fatos obscuros acerca do famoso lago escocês e um trocadilho com o Mike Ness (Social Distortion), unanimidade ícone rocker. Como vocês podem perceber, as letras do Bambix são recheadas de simbolismos e metáforas.

What’s In A Name acabou sendo indicado entre os cinco melhores álbuns do ano e o Bambix como um dos melhores shows internacionais na votação do público na PUNKnet em ano de 2001.

No primeiro semestre de 2002, o Bambix lançou um single com três músicas inéditas intitulado Ritalin e promoveu uma nova tour pela Europa, ao lado do quarteto feminino Fabulous Disaster. A nova turnê brasileira era para ter acontecido no segundo semestre, mas acabou sendo adiada para julho deste ano.

Para 2003, a F Records/k-tions está preparando, em ocasião da tour, o lançamento de um CD Split com bandas de vocal feminino entitulado Girls Just Wanna Have Punk, com cinco músicas de cada participante. E entre as bandas estão Fabulous Disaster (EUA), Killi (Brasil), Gee Strings (Alemanha) e Staples (Brasil), além do próprio Bambix, que participa com as três do Ritalin mais duas faixas do What’s In A Name.

A terceira turnê no Brasil abrange cidades como Curitiba, São Paulo, Belo Horizonte, Taubaté e Balneário Camboriú, entre outras, e vai até o dia 27 de julho de 2003. A PUNKnet fez um hotsite exclusivo com todas as infoprmações da tour, clique aqui e confira.


enviada por R3T4RD4D0_DE_PL4NT4O



13/08/2004 18:23
Diário de viagem
NOFX e Against Me

Há anos programo uma viagem pela Europa. Sozinho. Sem guias turísticos, pacotes de viagem e essas coisas que gente normal gosta de fazer. Prefiro fazer acertar tudo via internet, no esquema DIY. Há tempos também programo para que essa viagem coincida com o máximo de shows que eu possa assistir.

Bem, depois de várias frustrações, vendi o corpo e fui. E posso dizer que sou um dos caras mais sortudos do mundo. Assisti a Deconstruction Tour com Pennywise, MxPx, Slackers, Pulley, Yellow Card, Anti-Flag etc... além de shows do NOFX, Less Than Jake e Lagwagon.

Nessa primeira parte do meu diário de viagem escrevo sobre o suposto show do Against Me! e sobre o surpreendente encontro/conversa com Fat Mike. Na sequência, conto algumas curiosidades sobre o show do NOFX em Colônia, para mais de 5000 pessoas. Uma hora e meia de som, piadas sobre o Brasil no palco e muitas consoantes em tudo, afinal, eu estava na Alemanha.

Não conheço muito do Against Me. Apenas algumas músicas que eu tinha baixado na net antes da viagem. Fui a esse show, em 21 de maio, em Bonn, para encontrar uma amiga que conhecia somente através de e-mails há uns quatro anos. Ela, Nannete, é uma das três responsáveis pela Fat Wreck da Europa. Após alguns dias pela Espanha fui para Alemanha encontra-lá.

Bonn é uma cidade relativamente pequena, mas muito bonita. Na Alemanha tudo funciona, é automatizado e cheio de consoantes!!! Em Bonn também nasceu e viveu, até os 12 anos, Mr. Ludwig van Beethoven.

Eu estava hospedado em Colônia, vinte minutos de trem de Bonn. O show do Against Me! começava às 20h30. Mas me perdi no caminho e cheguei no local do show perto das 21h30. Vale lembrar que na Europa nada atrasa. Nada. Se um show está marcado para as 20h30, às 20h29 começa. Resultado: perdi a banda de abertura. O local era bem pequeno e estava lotado (aproximadamente umas 200 pessoas) e tinha um bar bem meia boca do lado de fora. Mas a infra-estrutura para shows era impecável!

Para minha enorme surpresa, assim que entrei, estavam na mesma mesa minha amiga, Fat Mike e Erik Melvin. Resultado não vi o show do Against Me, pois fiquei no bar no lado de fora da casa conversando com ela e com os NOFX.
Ao contrário do que já é quase senso comum entre pequenos produtores brasileiros, Fat Mike é um cara gente fina e adora o Brasil. Ele, o resto da banda e todos do crew se lembram muito bem de tudo daqui da nossa terrinha. E olha que já faz oito anos que a banda tocou por aqui.

O assunto Brasil foi tão legal que no dia seguinte (22 de maio), em Colônia, no show do NOFX, Swingin' Utters e The Epoxies, Fat Mike satirizou os alemães e nosso amado País. Entre uma música e outra ele dizia para os alemães: "Vocês que estão aqui na frente do palco já viram metade do show. Agora vamos inverter as coisa. Quem está lá no fundo vem pra frente e vocês vão lá para trás. É justo, não é??" Depois, no intervalo seguinte emendou. "Então? Vocês não vão fazer a troca que eu pedi? Lá no Brasil eles já teriam feito isso! E vocês sabem por que? Porque lá eles são justos!". Fina ironia de quem aparentemente foi sacaneado por aqui.

Fat Mike me disse ainda que no ano passado tocou na Islândia e gastou do próprio bolso mais de 8 mil dólares, num show para menos de duas mil pessoas. Segundo ele, a banda só tocou porque "o NOFX quer tocar pelo menos uma vez em cada canto do mundo". Infelizmente, quem quiser ver esses os californianos ao vivo em qualquer parte do mundo terá que esperar até 2006. Fat Mike será papai em agosto. E o NOFX só volta a tocar em 2006 numa turnê que começará nos EUA e depois visita Europa, Japão, Austrália e, quem sabe um dia, o Brasil. Talvez agora com as pessoas certas envolvidas.

Christian Pugliese é guitarrista do Randal Grave e santista. Passa seus dias confinado num escritório desenhando websites, mas garante que um dia para com isso!!!
Warped Tour
Um sonho que virou realidade

Há 10 anos um homem chamado Kevin Lyman teve uma idéia que provavelmente é o sonho de muitos seres humanos: um festival de música com as suas bandas prediletas. Felizmente, Lyman era um cara que gostava de punk rock e a sua “pequena” visão se tornou nada mais nada menos do que a antológica Warped Tour, que desde o verão americano de 1995 invade o território americano, e que com o passar dos anos se transformou no maior festival itinerante de música dos Estados Unidos.

Lyman começou sua carreira na cena musical nos anos 80 durante a faculdade, produzindo e promovendo eventos de skate ou de punk rock, ou em algumas vezes ambos, o que lhe fez perceber que havia uma imensa ligação entre os skatistas e músicos, e que não havia nenhum festival de música que envolvesse ambos, nem mesmo o famoso Loolapalooza. Assim, em 1995, Lyman organizou a primeira Warped Tour, com um itinerário de 24 cidades, algumas bandas (entre elas o Sublime) e muita vontade e disposição na bagagem. Apesar do pouco sucesso e das críticas ruins, foi um início, um começo. Lyman foi com os anos corrigindo os erros e aperfeiçoando o festival. Esse era sua prioridade, e não o dinheiro (para se ter uma idéia, a turnê só começou a dar lucros a par tir da 3ª edição, mesmo com o patrocínio da marca Vans a partir de 1996). Hoje em dia a Warped conta com patrocínios de empresas como a Samsung, Atticus Clothes, Drive-Thru Records, Alternative Press, entre muitos outros, e uma estrutura para ninguém botar defeito.

Com o tempo, o sucesso foi aparecendo, e a turnê amadurecendo. A cada ano aumenta o número de bandas e de empresas tentando ligar seu nome à marca do evento, e mesmo assim a Warped mantém seus ingressos a preços acessíveis, sempre por volta de US$25 (ao contrário de outros festivais de música desse porte, que cobram entre US$80 e US$100), e todo ano contando com as principais bandas do cenário alternativo. Esse ano são 50 datas, com as mais de 100 bandas confirmadas divididas em 8 palcos: North Stage, onde se apresentarão, entre outras, NOFX, New Found Glory, Taking Back Sunday, Bad Religion e All-American Rejects; South Stage, com Yellowcard, Thursday, Story Of The Year, Early November, Vandals e Alkaline Trio; Maurice Stage, com Rufio, Allister, Matchbook Romance, From Autumn To Ashes e Senses Fail; Volcom Stage, com Autopilot Off, Fall Out Boy, Motion City Soundtrack e Alexisonfire; Lyman Says, com Amber Pacific, Melee, e Jersey; Smartpunk, com Hidden In Plain View, Don’t Look Down, Dynamite Boy, Over It e All That’s Left; Ernie Ball, com Bowling For Soup e Monty’s Fan Club; e Uproar, com Boys Night Out, Break The Silence, Socratic, From First To Last e The Higher.

Mas quem acha que é só isso se surpreende com as mais variadas atrações que a edição deste ano apresenta. Enquanto as bandas são claramente as principais atrações, o time de atletas também é muito respeitado, e inclui os skatistas Steve Caballero, Neal Hendrix e Anthony Furlong, junto com as feras da BMX Rick Thorne e Mike Mancuso. Além disso, a Vans Warped Tour 2004 oferece uma grande variedade de atrações e atividades, como parede de alpinismo, pista de skate e BMX, atrações aquáticas e workshops, espalhadas por tendas. Algumas delas são:
• Warped Unwired: irá oferecer acesso à Internet, jogos, workshops de fotos, além de vários computadores para a gravação de CD’s e acesso à exclusiva Warped TV Desktop, para ver os shows e bastidores;
• Girlz Garage: para as meninas, o mais recente da música, moda, acessórios, etc;
• Human Cannonball: após o sucesso na edição de 2000, Dave “The Bullet” Smith irá voar por cima dos 2 principais palcos (North e South). Apenas em algumas datas.
A festa esse ano começou no dia 25 de junho no Reliant Center em Houston, Texas, e vai até o dia 20 de agosto, onde irá acontecer a grande atração deste ano, no Foxboro Stadium em Boston, Massachussets: um show comemorativo dos 10 anos da turnê. Já confirmaram presença bandas como Rancid, Less Than Jake, Face To Face (será um dos últimos shows da banda, que anunciou seu fim), Finch, Unwritten Law e Something Corporate. Um show que provavelmente será memorável, o que deixa mais triste nós brasileiros, pois um show com bandas desse porte, que são ídolos musicais de muitos, é praticamente impossível de acontecer. Para nós, resta torcer para que algum dia Lyman olhe para um país chamado Brasil no mapa e pense: “Acho que é uma boa idéia levar a tur nê para lá”.

A volta da banda mais punk dos anos 90

Depois de dois anos sem fazer shows, o Green Day está de volta — e com a corda toda! Além de serem um dos headliners da Warped Tour 2000, festival alternativo que rola todo ano nos EUA, eles estão finalizando as gravações de seu próximo álbum, que se chamará "Warning" e que só chega às lojas no dia 3 de Outubro.
O disco está sendo produzido pela própria banda, que desistiu de trabalhar com Scott Litt (R.E.M., Nirvana). "Não precisamos mais de tradutores, já aprendemos a linguagem." diz o baterista Tré Cool. Para aqueles que aguardam por "Time of your life, parte II", o novo disco não contará com uma balada acústica no estilo da presente no álbum anterior, Nimrod, de 1997, que serviu de trilha sonora para várias festas de formatura, comemorações de ano novo e foi tema do último episódio da série de TV Seinfield. O próprio Billie Joe diz que estaria "brincando consigo mesmo e com todo mundo" se repetisse algo do tipo. No entanto, o disco conta com algumas excentricidades, como uma banda de mariachis, além do músico/compositor David Campbell, pai do cantor Beck, e Benmont Tench, tecladista da banda Tom Petty and the Heartbreakers. Mas é claro, o que não vai faltar são as melodias "grudentas" que tornaram o Green Day tão popular.
Nestes dois anos em que ficaram parados, Billie Joe, Tré Cool e Mike Dirnt dedicaram seu tempo a suas respectivas famílias e projetos paralelos. Billie Joe acordava todo dia 7 horas da manhã para levar seus dois filhos para a escola e depois voltava para ensaiar e compor com a banda as músicas do álbum novo. O baixista Mike Dirnt começou com um novo projeto, chamado The Frustrators, com um disco já lançado. Uma de suas músicas até tocou no quarto jogo da final da NBA deste ano e irritou anões e pessoas baixas nos Estados Unidos, devido a sua letra: "Hate to land them on their face / Those little guys are hard to replace". Mike disse que tudo não passou de uma confusão: "Nós não temos problemas com pessoas de baixa estatura. Se alguém se sentiu ofendido com as nossas piadas, pedimos desculpas pelo mal entendido."
Durante as apresentações na Warped Tour 2000, o setlist da banda não contará com nenhuma canção do disco novo. Os três ensaiaram bastante para relembrar os acordes de todos os seus hits, incluindo músicas dos discos lançados quando ainda pertenciam à Lookout! Records. "Nós temos 45 minutos de hits e apenas 30 minutos de show, o que podemos fazer?" diz Tré Cool.
Outra novidade em relação a banda é o lançamento de seu site oficial, http://www.officialgreenday.com. Nele você encontrará informações sobre a banda, fotos e as mais recentes notícias, além de acompanhar tudo sobre o lançamento de "Warning". Para nós, fãs brasileiros, basta aguardar Billie Joe e seus companheiros cumprirem sua promessa de voltar ao Brasil para um novo show.

Jason
A volta punk em 80 dias

Desde 1987, quando os paulistanos do Cólera se tornaram os desbravadores do punk nacional tocando por quatro meses na Europa, meu sonho era fazer o mesmo. Sair por aí numa van com os amigos, tocando nossas próprias músicas, vivendo do que fazemos, conhecendo cidades, pessoas, lugares e comidas diferentes todos os dias. Para uma banda hardcore - como a minha, chamada Jason - tudo é mais difícil no Brasil, mas mesmo assim já tínhamos feito três tours no Nordeste e uma pelo Sul.
Passei todo o ano de 2000 enviando CDs para o Velho Continente, arranjando contatos novos para shows e coletâneas que nos ajudassem a ficar mais conhecidos antes da grande experiência. Depois que o povo do No Rest, um grupo lá de Porto Alegre, foi morar na Suíça no ano passado, trabalhando numa fábrica de talheres, comprando sua van, minha vontade cresceu mais ainda. Até que em setembro, quando eles resolveram dar um tempo e apenas dois deles - Zé e Santiago - resolveram ficar na Europa viajando, a idéia de usar a van deles surgiu com força.
Depois de um ano trabalhando todos os dias na madrugada com a Internet para não gastar muito telefone, em 20 de março embarcamos rumo ao total desconhecido, em direção a Madrid. Além de nenhum de nós jamais ter viajado para a Europa, só eu falava o danado do inglês e fazia uma graça também com o espanhol. Nossa intenção ao marcar o tour era conseguir fazer o que nenhum artista brasileiro jamais havia feito em número de shows de uma só vez. Um pouco de pretensão não faz mal à ninguém, não é mesmo? Até agora não sabemos se o Sepultura, o Krisium ou o Caetano chegaram a fazer 62 shows em 80 dias como nós, mas para o Jason foi uma vitória e tanto.
Chegamos em Madrid e ficamos lá por dois dias até Zé e Santiago nos encontrarem com a van que eles trouxeram desde a Suíça. De lá rumamos para o País Basco, onde inauguramos a série de 10 shows espanhóis. Que nossos amigos bascos não nos ouçam, já que eles não se consideram parte do território espanhol por nada nesse mundo. Depois de 26 horas de viagem desde Alicante até Biel, na Suíça, fizemos nosso primeiro show na terra do chocolate. Foram três no total, inclusive um em Zurique, num squat bem legal, onde hoje mora nosso baterista. Para quem não sabe, squat house é o nome das casas desocupadas que os punks europeus invadem e onde armam shows, moram, montam bibliotecas e muitas outras coisas. Os mesmos princípios do MST. E o Pedro resolveu ao final do tour ficar por lá respirando novos ares por tempo indeterminado.
Da Suíça fomos para a Alemanha, o país com mais oportunidades para o nosso tipo de música. Com um CD lançado por lá, a coisa ficou mais fácil também. Nossa gravadora - Horror Busine$$ - e um amigo - o Tomster - , além dos contatos do No Rest, nos ajudaram a fazer 22 shows em 24 dias, o que é absurdamente bom, já que diferentemente do Brasil, dos EUA e do Japão, por exemplo, na Europa sempre que uma banda toca, ela tem lugar para dormir, comida, bebida, café da manhã no dia seguinte e cachê. Ou seja, além de já gostarmos do que fazemos todos os dias, o melhor é tocar mesmo pela sobrevivência. No meio desses shows todos fomos ali na Bélgica para uma apresentação e voltamos.
Partimos então para a Polônia onde tocamos cinco vezes em cinco dias. Diria que os mais selvagens de toda a viagem. Leia-se selvagem como muito bom. Os poloneses são os mais parecidos com os brasileiros. Eles também avançam sinal, tem camelôs por toda a parte, são alegres o tempo todo, jogam papel no chão e, pasmem, bebem cerveja gelada. De lá rumamos para a longínqua Escandinávia pegando um ferry boat. Uma viagem lindíssima e agradável, sem ter que dirigir, com banho quente, solzinho no convés e tudo mais. Lá na terra do frio, fizemos dois shows na Dinamarca e três na Noruega, sendo que esse foi o país mais bonito que conhecemos. Aliás não consigo imaginar que possamos algum dia conhecer algo mais fascinante que as estradas da Noruega, com suas montanhas de gelo, seus lagos se descongelando, os precipícios, tudo perfeito. Além do mais, é sempre interessante sair à meia-noite para um bar e ainda estar de dia.
O próximo passo era a liberadaça Holanda onde tocamos por três vezes. Ainda passamos algumas horas em Amsterdam só para passear. Não gostei muito do clima à noite não. Traficante por traficante, aqui na Vila da Penha já tem muitos. Mas de dia, a cidade ferve de turistas normais, assim como a Paris que encontramos alguns dias depois. Na França também fizemos três shows e pudemos passear como o turista mais normal do mundo visitando Notre Dame, Louvre, Torre Eiffel, essas coisas que os mortais gostam. Da França partimos para a áustria, com um pouco de receio por causa do Haider, aquele nazista que tem um certo conceito por lá. Na verdade isso tudo foi receio de estreante. Não sei se visitamos uma Europa diferente, por ser o mundo punk, uma coisa extremamente distinta dos cidadãos normais, mas não tivemos qualquer problema com xenofobia ou coisa que o valha. Sei que eles estão por lá, mas não nos encontramos.
Também na áustria fizemos três shows, sendo dois na imponente Viena, e de lá rumamos para a Eslovênia, onde tivemos a fronteira mais chata. Tudo culpa do Bush. Como ele estava chegando, o exército estava à procura de possíveis terroristas, arruaceiros ou kamikazes. Não sei ao certo. Depois de mais de uma hora de perguntas e revista no carro, fomos liberados para os nossos cinco shows em sete dias de "islô". País lindo, com pessoas amáveis e nenhum resquício ou sinal de guerra. Parece que o negócio ficou feio mesmo só na Bósnia e na Sérvia. Partimos de lá para nossas duas últimas apresentações, na Itália.
Novara e Modena puderam ouvir a barulheira que promovemos ao vivo. A viagem para Roma foi rápida mas não o suficiente para irmos no Coliseu, uma das nossas maiores falhas. Realmente uma pena. Nos despedimos do Pedro, do Zé e do Santiago no aeroporto com nome bonito - Leonardo da Vinci - e rumamos para Zurique, de lá para São Paulo e finalmente para casa. Oitenta dias se passaram, tocamos 62 vezes, mais que um sonho, vendemos 200 camisetas e 500 CDs, uma ótima marca para uma banda pequena como a nossa, conhecemos mais gente simpática que jamais poderíamos imaginar, fomos a mais de 500 cidades e em 13 países. Tarefa cumprida, agora queremos mais. A América do Sul nos espera, assim como vários países da Europa a que não fomos. Quem sabe qual é o limite, né?
Links
Site oficial: www.jasonhc.cjb.net
Tamborete: www.tamborete.cjb.net
MP3.com: www.mp3.com/jasonhc
Datas de todos os show na Europa - 2001
Março
23 - Trintxerpe - País Basco - Espanha
24 - La Guardia - Pontevedra - Espanha
25 - A Coruña - Espanha
27 - La Felguera - Asturias - Espanha
30 - Durango - País Basco - Espanha
31 - Portugalete - País Basco - Espanha
Abril
01 - Andoain - País Basco - Espanha
04 - La Roca de Valles - Espanha
05 - Valencia - Espanha
07 - Bigastro - Alicante - Espanha
09 - Biel - Suíça
11 - Biel - Suíça -
12 - Denzlingen - Alemanha
14 - Saarbrücken - Alemanha
15 - Mannhein - Alemanha
17 - Selm - Alemanha
18 - Oelde - Alemanha
19 - Gronau - Alemanha
20 - Duisburg - Alemanha
21 - Schwerte - Alemanha
23 - Gent - Bélgica
24 - Ochtrup - Alemanha
25 - Cheminitz - Alemanha
26 - Kaunitz - Alemanha
27 - Oberaden - Alemanha
28 - Lehrte - Alemanha
29 - Koblenz - Alemanha
30 - Karlsruhe - Alemanha
Maio
01 - Hoyerswerda - Alemanha
02 - Mücheln - Alemanha
03 - Dresden - Alemanha
04 - Erfurt - Alemanha
05 - Gardebusch - Alemanha
06 - Berlin - Alemanha
07 - Sczecin - Polônia
08 - Torun - Polônia
09 - Belchatov - Polônia
10 - Warsawa - Polônia
11 - Wroclaw - Polônia
12 - Copenhagen - Dinamarca
13 - Roskilde - Dinamarca
16 - Trondheim - Noruega
18 - Oslo - Noruega
19 - Bergen - Noruega
22 - Hamburg - Alemanha
24 - Arnhem - Holanda
25 - Rotterdam - Holanda
26 - Balk - Holanda
27 - Paris - França
29 - Vichy - França
30 - Saint Ettienne - França
31 - Zürich - Suíça
Junho
01 - Vienna - áustria
02 - Graz - àustria
03 - Vienna - áustria
04 - Pivka - Eslovênia
06 - Skofja Loka - Eslovênia
07 - Ajdovscina - Eslovênia
08 - Postojna - Eslovênia
09 - Ljutomer - Eslovênia
11 - Novara - Itália
12 - Modena – Itália
Alien Nation Live
Garage Fuzz
Rola nesta sexta-feira, 26/04, a estréia da festa Alien Nation Live, no tradicional clube alternativo da noite carioca Bunker 94. Todo mês, uma banda se apresentará ao vivo durante a Alien Nation, na pista principal, e a escolha da primeira banda não poderia ter sido melhor: Garage Fuzz.
Comemorando 11 anos de carreira, o Garage Fuzz lançou ano passado o excelente disco ao vivo 3500 days alive, pelo selo paulista Highlight Sounds, recebido com elogios por toda a crítica especializada. Desde então a banda vem realizando uma série de shows e trabalha agora no lançamento de um split com a banda Solea, formada por integrantes do Samiam, que sairá também via HS.
A festa Alien Nation, comandada pelos DJs Wilson e Edinho, é uma das principais festas rock do cenário carioca. Nas pistas, a galera agita ao som de bandas como Sex Pistols, Seaweed, Bad Religion, Specials, Ramones, entre outras.
O projeto Alien Nation Live trará todo mês uma banda de fora do estado do Rio de Janeiro para o palco da Bunker 94. Entre as próximas atrações estão cotados os mineiros do Reffer e os capixabas do Dead Fish. O estilo das bandas que estarão se apresentando no evento seguirá, na maioria das vezes, a linha hardcore, mas nada impede que bandas de outros estilos também toquem na festa.
As bandas cariocas provavelmente também terão seu espaço. Está em andamento um projeto para que uma edição com bandas locais ocorra às quartas-feira. Realmente não tem como deixar de fora bandas como Carbona, Noção de Nada, ACK, Rivets, Discoteque, Wacky Kids, entre tantas outras.
Não é toda hora, principalmente para nós cariocas, que se tem a chance de assistir a uma das melhores bandas de hardcore do país ao vivo. Prepare-se para clássicos como "Shore of hope", "Observant" e "When all the things" e faça com que a Alien Nation Live se transforme em um evento fixo e uma referência para a carente cena carioca.

Food4life
O vocalista Gustavo comenta criação e resultado dos temas do segundo álbum do Food4life. Mais uma história acaba de ser lançado pela Estrondo Music, de São Paulo.
1 - Mais uma história
A música que dá nome ao CD. Mais uma história que surgiu bem espontaneamente no estúdio. Quando a gente viu, a música já estava pronta. A letra é meio que uma deliberação em relação ao individualismo e o esquecimento do sentimento solidário das pessoas. Eu sei que parece meio sério, mas pra gente é uma música que mistura todas as nossas novas e velhas influências, com algo a dizer.
2 - Filme de horror
Essa começa com um riff mais solto, mais punk, diferente do que a gente vinha fazendo. O filme de horror, no caso, é um desabafo em relação às coisas que transformam nossa vida num pesadelo acordado, aprisionado pelos nossos próprios medos.
3 - Paraíso perdido
O paraíso perdido é o lugar onde você cresceu, onde a curiosidade e a inocência eram guias para o descobrimento do novo e cada passo levava ao inesperado. Num certo momento todos temos que deixar o paraíso e encarar o mundo dos homens, adultos, corruptíveis e imprevisíveis, todos tentando realizar seus sonhos e ambições custe o que custar. A levada da música ficou meio Bad Religion, mas acho que é mais por causa das vozes e tal. E se ficou parecido, que bom, por que a gente gosta.
4 - Aqueles olhos
Enfim a música que nos guiou no disco. Aqueles olhos foi a nossa referência pra mixar, timbrar e finalizar esse trabalho. Os nossos olhos são nossa janela para a alma. São eles que absorvem grande parte da informação que o mundo tem pra oferecer, a beleza, a pobreza, o amor e a tristeza. Apesar desse grande poder, basta fechá-los pra não ver o que está na sua frente. Aliás, essa música é a que escolhemos pra fazer nosso próximo clipe.
5 - Tempo
Essa é a primeira música rápida do disco. Um som simples, breve como o tempo e rápido como tem que ser, que fala sobre como usamos mal o nosso tempo.
6 - O estranho
O estranho é uma música bem pessoal. Fala sobre como seus sonhos podem ser levados embora e a força que é necessária para trazê-los de volta. Todos topamos com o estranho uma vez na vida, porém, nem sempre ele está personificado. Gostei muito da levada da música. O Flávio, que estava tocando com a gente na época, lançou o riff e a gente foi trabalhando até a letra ficar pronta. É uma das músicas que mais está agitando nos shows.
7 - Criador e criatura
Mais uma música rápida que fala sobre como somos todos irmãos e como nos esquecemos uns dos outros quando nos convém. Acho que o grande impacto não está na música e sim na verdade de cada um. Ao ouvir a letra tem gente que entenderá a nossa mensagem em relação ao amor fraterno e aos valores morais perdidos nesse caos urbano que vivemos.
8 - Fácil despertar
Essa foi a primeira música que fizemos. Nós já tocávamos ela no show como uma espécie de "introdução". Daí, um dia eu estava em casa, assistindo um vídeo de um show, e pensei em fazer uma letra pra ela. Saiu um negócio meio romântico, meio piegas mas eu gostei. Acho que o refrão fala tudo: "é fácil despertar e ver que o mundo é seu, não ter que levantar pra ver o que aconteceu". É ter tudo e não ter nada.
9 - Sem sonhar
Uma música a la Pennywise, só que com uma letra mais viajante, por um lado mais metafórico, comparando o indivíduo a um lugar que se julga exclusivo, trancado dentro de si mesmo em busca da chave para sair ou permitir a volta de alguém. Nessa faixa contamos com a participação especialíssima do Heros Trench, guitarrista da banda Korzus, um grande amigo e produtor do nosso disco.
10 - Tudo passou
É uma música romântica descarada, mas nada de emo. Afinal, roqueiro também ama. Fala de arrependimento e reconhecimento dos erros, besteiras que se faz quando se é apaixonado.
11 - Descreva-te a ti mesmo
Ou "rock", como a chamamos. É uma música que tem uma crítica política de certa forma. Acho difícil falar de política sem entender como funciona a máquina, por isso, falo do ponto de vista do cidadão que procura entender sua parte em tudo isso, sem discursos, sem demagogia. Acho que não chega a ser uma crítica, mas sim um punhado de observações poéticas.
12 - Canção pra você
Mais uma canção romântica. Essa eu e o Helinho fizemos a base. A letra é dele. Quando ele chegou com a letra eu falei: "tem rima demais..." aí ele falou: "foda-se as suas também tem...". Verdade é verdade, assim como essa música. Sincera e simples como o próprio sentimento que a inspirou.
13 - Última (e o tempo ventou)
Saideira do CD. Foi a música mais rápida que a gente fez. Em meia hora fizemos a música e a letra. Gravamos desse mesmo jeito sem tirar nem colocar nada. Ela tem um clima bem de final de disco. É longa, com um refrão meio grudento e uma base pulada, sem grandes pretensões. É o final de Mais uma história.

enviada por R3T4RD4D0_DE_PL4NT4O



12/08/2004 15:02
Cólera

Redson e Pierre decidiram formar o Cólera, em 1979. Nesses 25 anos de estrada, incluindo nove álbuns (dois ao vivo), dois EPs, a banda acumulou participações em diversas coletâneas e realizou uma (pioneira) turnê européia. Desde o show de estréia, em dezembro daquele ano, até os dias de hoje, o Cólera continua ocupando lugar de destaque na cena punk brasileira.

O primeiro registro veio na coletânea Grito suburbano, de 1982, pela PunkRock Discos, considerada o marco inicial do punk rock no Brasil. Além do Cólera participaram também Olho Seco e Inocentes. No mesmo ano a banda participou do lendário festival “O começo do fim do mundo” entrando de vez na história do movimento punk brasileiro. Ficava claro também que o Cólera adotou, desde sua formação, uma postura pacifista e ecológica — hoje em dia uma característica marcante do grupo.

Em 1983 vieram mais duas participações em coletâneas: Sub e O começo do fim do mundo (ao vivo). E foi somente em 85 que o Cólera gravou seu primeiro registro em LP, com Tente mudar o amanhã. Mas foi em 86, em Pela paz em todo mundo, que a banda conseguiu o reconhecimento que dura até hoje. O álbum trazia clássicos como “Medo”, “Multidões”, “Não fome!”, “Pela paz em todo mundo” entre outros e atingiu a impressionante marca de 85 mil cópias vendidas, um verdadeiro recorde em se tratando de um lançamento independente.

Tamanho sucesso foi responsável também pela turnê européia, realizada em 1987, a primeira de uma banda independente brasileira. Foram cinco meses e dois dias, totalizando cinqüenta e seis shows. O Cólera visitou os seguintes países/regiões do velho continente: Alemanha, Bélgica, Holanda, Áustria, Suíça, Dinamarca, País Basco, Espanha, Noruega e França. A façanha é até hoje lembrada por bandas que excursionam pela Europa.

Em 1989 saiu o primeiro disco ao vivo, com material retirado da turnê européia. Fitas cassete serviram como fonte, registrando momentos importantes dos shows realizados pela banda. No mesmo ano o Cólera lançou também o LP Verde, não devaste.

Os anos 90 foram instáveis para o Cólera — assim como para o movimento punk em geral — que lançou apenas dois LPs de estúdio: Mundo mecânico, mundo eletrônico (1992) e Caos mental geral (1997). Na comemoração dos 20 anos de carreira, o grupo preparou uma apresentação especial no palco do Hangar 110, gravando seu segundo disco ao vivo. Além do CD, o material foi lançado em uma caixa com disco, vídeo, livro com a biografia da banda e pôster, pela Devil Discos.

O reconhecimento do trabalho veio ainda em duas regravações por outros vetereanos do rock nacional: “Medo”, com a Plebe Rude e “Quanto vale a liberdade”, com os Inocentes.

Agora, em 2004, o Cólera completa vinte e cinco anos de estrada, mais influentes do que nunca. Deixe a Terra em paz é o último registro do grupo e traz dezoito faixas do que a banda sabe fazer de melhor: punk rock de verdade. E antes tarde do que nunca a PUNKnet presta uma mais do que merecida homenagem a esta que é uma das mais importantes bandas da história do rock brasileiro.
Durante os próximos dois meses você terá a oportunidade de conferir, aqui no site, uma entrevista exclusiva com a banda, além de alguns downloads especiais incluindo wallpapers e MP3s. Fique ligado!

Redson e Pierre decidiram formar o Cólera em 1979. Nesses 25 anos de estrada a banda acumulou nove álbuns — dois ao vivo — dois EPs e participações em diversas coletâneas. Realizou também uma (pioneira) turnê européia. Desde o show de estréia, em dezembro daquele ano, até os dias de hoje, o Cólera continua ocupando lugar de destaque na cena punk brasileira. Acompanhe uma entrevista com o vocalista Rédson.
Entrevista com o vocal do colera

>>> Como você descobriu o Punk Rock? Explique isso pra geração da Internet e do MP3.

Em 1973, com 11 anos, eu descobri o Rock. Decidi que queria tocar! Dos 13 aos 16 tentei montar 5 bandas. O estilo era rock/hard rock. Então, em setembro de 1979, escutei o primeiro album do The Clash e aquilo me deu um estalo: "É isso que eu quero fazer!". Em outubro daquele ano nascia o Cólera. Dali em diante, comecei a procurar saber sobre o punk rock, seu som, cultura etc.

>>> Como circulava a música underground em tempos de censura e pouco acesso a informação?

Somente nos points como a loja do Fabião, na Baratos & Afins e Wop Bop, podia-se encontrar as novidades. Também nas casas dos camaradas. Havia um grande intercambio entre as pessoas que curtiam. Trocava-se zines, fitas cxasete, recortes de revistas etc. Havia repressão à cultura e a todos que curtiam algum genero do rock, ou coisa que parecesse rebelde. Os punks, então, eram considerados os mais subversivos. Na época que era moicano, cheguei a tomar três blitz numa caminhada de duas quadras. Era obrigatório passar a música pela Censura Federal, para poder lançar em disco, fita e tal. E, raramente, as minhas passavam, mesmo contendo letras surrealistas, sem protesto declarado. Depois de um tempo, comecei a lançá-las sem aprovação mesmo.

>>> Pra você, o que significa o termo "punk" nos dias de hoje?

Pra mim sempre foi e será: Do it youirself ou faça voce mesmo!

>>> Vocês foram a primeira banda punk brasileira a excursionar pela Europa, em 1987. Vocês se consideram responsáveis por agora se tornar um fato comum a tour de bandas punk brasileiras pelo velho continente? Existe repercussão dessa tour, na Europa, até os dias de hoje??

Existe uma forte repercussão da nossa primeira tour. Foi marcante pra nós e pra muita gente na Europa. Na tour que fizemos em março último, tocamos em Gent, Bélgica, pra mais de 30 pessoas que viram Cólera em 87. Muitos nem frequentavam mais shows. Foi aquele encontro saudoso, "típico da velha guarda" (risos).

Sobre ser a primeira banda a ir pra Europa, vejo como uma forma bandeirante. Foi um momento de pegar e fazer a gente mesmo. Deu certo. Valeu como exemplo de que é possível. Hoje fico muito contente de ver outras bandas indo. Viva o nosso underground, sendo reconhecido lá fora pela sua qualidade.

>>> Vocês foram uma banda de uma única gravadora, correto? Como avaliam o trabalho da Devil Discos?

Bem, tiveram as minhas gravadoras, Ataque Frontal e Estúdios Vermelhos, além da Devil. A Devil é responsável pela produção fonográfica e dá uma base bem legal pra gente gravar. Somos livres pra compor, tocar, desenhar e fazer o que quisemos.

>>> Com o LP Pela paz em todo mundo , de 1986, vocês chegaram a vender cerca de 85 mil cópias, um número impressionante em se tratando de um lançamento independente. Com esta vendagem por que vocês nunca lançaram nada por uma grande gravadora? Faltou convite ou interesse da parte de vocês?

Convite não faltou. Pelo menos cinco grandes gravadoras fizeram proposta depois do Pela Paz em Todo Mundo . Nós não quisemos. Penso que conseguimos crescer muito bem sozinhos.

>>> Como você avalia depois de duas décadas o punk rock feito pela sua geração? Bandas e pessoas.

As bandas eram excelentes na parte de criatividade. Não existiam muitos bons músicos e menos ainda, bons intrumentos/equipamentos. Acho que, considerando essas dificuldades, a maioria das bandas deixou uma forte contruibuição no exemplo do "faça você mesmo". Além disso, participamos daquela explosão de bandas que gerou a grande safra do rock nacional dos 80, como Plebe Rude, Ira!, Violeta de Outuno, Ultraje e outras. Sobre as pessoas, prefiro não julgar e dizer que muito gente lutou pelo punk - e algumas delas estão aí ainda.

>>> Punk Rock precisa ser politizado? Punk hoje é muito classe média?

Na minha forma de ver punk não precisa ser algo assim ou assado. Se tiver regras de como ser, então é outra coisa, não punk. A parte política é livre, uma opção. Eu me vejo mais cultural de que politizado. Respeito quem atua politicamente no punk. Cada um cada um.

>>> Que bandas você gostaria de ver participando de um disco tributo ao Cólera?

Nacionais: Replicantes, Olho Seco, Sepultura, Os Cachorros, Orquestra de Pífanos de Caruaru e outras. Internacionais: Stiif Little Fingers, U. K. Subs., 999, Harum Scarum, Apatia No, Misfits...

>>> Fale um pouco sobre o novo lançamento da banda, o CD Deixe a Terra em Paz.
Este novo album foi resultado de uma fase forte minha e da banda. Desde 1998, com o crescimento da cena, com festivais, bandas e discos novos, o Cólera vive grandes momentos. Isso deu impulso para músicas com um sotaque atualizado. A faixa "Deixe a Terra em Paz!", traduz muito bem o nosso protesto pelo planeta. "Circocore" é um verdadeiro circo hardcore. Os metais dão o toque de picadeiro e as palmas, sempre funcionam ao vivo. "Tem Águia Filhote", que pra mim é a segunda edição de "Quanto Vale a Liberdade". Quebramos regras fazendo um sambacore. Em "Canção do mar" tocamos um surf/reggae/ska/punk. É uma história narrada por um menino que não pode surfar, pois o mar está impregnado pelo óleo que vazou de um petroleiro.

Fizemos no dia 22 de maio, no Hangar 110 (SP), o lançamento oficial e foi uma grande festa. Este concerto, junto com o de 12 de fevereiro (a festa de 25 Anos), que também rolou no Hangar, estarão no DVD comemorativo que estamos gravando. O DVD contará a trajetória da banda e trará imagens inéditas, como na TV Tupi, em 1980, e em Oslo, Noruega, em 1987.

>>> E de onde surgiu a idéia de incluir elementos de sopro em algumas músicas?

Foi na própria temática da música. "Circocore", com um clima de circo mesmo, gritos de palhaço, metais indo e vindo e ainda o apresentador sobre os aplausos anuncia: "Respeitável público...". Só daí entra o hardcore. "Águia Filhote" compus toda de uma vez, com uma flauta chamando o violão e tudo mais, inclusive a letra veio junto a música. Eu curto muito a cultura indígena e a zampoña era o que eu imaginava na abertura. Ficou melhor ainda, com os arranjos de Ademar Farinha.

>>> A quantas anda sua produtora, a RELP, e como está o projeto dela virar uma ONG de apoio a divulgação de bandas indpendentes?

A Relp começou a funcionar na prática há um mês e meio. A idéia é divulgar as bandas numa central de informações. Estamos na parte inicial do projeto.

sugar kane
Ao vivo em cd e dvd

Nativa de uma das cenas mais prolíferas no nosso circuito nacional, os curitibanos do Sugar Kane são um exemplo de profissionalismo no underground. Do início da carreira, em 1997, seguindo o clichê "amigos que gostavam de NOFX/Bad Religion e decidiram formar uma banda", até os dias de hoje, com o aclamado Continuidade da máquina, o SK abandonou o hardcore melódico básico e trocou o inglês pelo português, atingindo um merecido sucesso.
Até o final do ano o Sugar Kane inova com um DVD/CD ao vivo. O material sai via Urubuz Records e será o primeiro DVD lançado por um selo independente no Brasil. Foi pelo selo carioca que a banda lançou, na opinião de muitos, seus melhores trabalhos — Por nossa paz (2002) e Continuidade da máquina (2003).
O lançamento segue a filosofia do "faça você mesmo" e mostra toda a correria do SK. Capilé, vocalista e guitarrista, por exemplo, é quem está cuidando da edição, ao lado do produtor Roberto Jones. "Nossos fãs podem esperar um trampo com muito capricho de nossa parte", diz Capilé. E ao avaliarmos os outros discos do grupo, não há dúvidas de que este será mais um trabalho profissional do Sugar Kane. A banda sempre cuidou muito bem dos detalhes em suas produções, tanto no visual, quanto no som.
Com o nome provisório de Ao vivo Hangar 110, o DVD trará duas apresentações da banda. A primeira parte conta com um show na tradicional casa de shows que dá nome ao vídeo, realizado no dia 27 de março deste ano. A segunda mostra o lado acústico do Sugar Kane, em uma apresentação no Teatro Paiol, em Curitiba, no dia 4 de abril.
Para Capilé, a experiência da gravação "foi algo fora do normal" na carreira do grupo. "Ficamos muito emocionados tanto no Hangar 110, como no Teatro Paiol, em Curitiba. Pensei que seria um show 'normal', mas quando subimos no palco e começamos a tocar foi muito foda... Não dá pra expressar com palavras o que é sentir todo o carinho que a galera deu e dá pra gente."
A apresentação do Hangar rolou sob um forte planejamento, do início ao fim. Foram necessárias luzes especiais e equipamentos de som extra para um melhor resultado no DVD. Um enorme esforço para uma banda independente, mas que, segundo Capilé, valeu a pena: "Vendo o material quase pronto agora ficamos é com saudade de toda essa correria".
Correria esta que estará presente nos extras, com filmagem da montagem do show, bastidores e vídeos raros e engraçados da banda.
No repertório do show, uma mistura de músicas dos seus dois álbuns em português, entre elas "Velocidade", "Janeiro", "Vênus", "Despedida" e "Me façam entender".
O set acústico, que promete ser o charme do DVD, é um sonho antigo da banda, conforme confessa o próprio Capilé: "A idéia de gravar um acústico vem de muito tempo, mas antes a gente era muito 'fechado' a essa idéia, tinha um pouco de receio em fazer, mas agora banda está numa fase que queremos nos desprender de qualquer tipo de 'barreira'". Entre as músicas que ganharam versões desplugadas clássicos como "Vamos seguir" e "Medo", além de duas surpresas que os fãs só poderão conferir no dia do lançamento.
Como prévia, este mês o Sugar Kane promete lançar o videoclipe de "Despedida", com imagens ao vivo, bastidores e gravações dos sete anos de estrada da banda. O vídeo deverá ficar disponível para download no site oficial do SK, além ter sua veiculação normal na MTV. A previsão de lançamento do DVD é para o dia 28 de agosto no palco do Hangar 110, durante o festival da Urubuz Records.
Setlist, Hangar 110:
Á Máquina, Vamos Seguir, Velocidade, Janeiro, Dizer, Reviver, Vênus, Não Existe Mais, Mudaremos, Medo, Minha Liberdade, Despedida, Me Façam Entender
Setlist, Teatro Paiol:
Vamos Seguir, Velocidade, Vênus, Freak Out, Medo + 2 surpresas


enviada por R3T4RD4D0_DE_PL4NT4O



09/07/2004 02:37
ANGRA quer dizer “deusa do fogo” na mitologia tupiniquim, além de significar uma pequena enseada ou baía usada como porto natural. E esse foi o nome escolhido para a banda de heavy metal com influências clássicas formada em 1992 na cidade de São Paulo por Kiko Loureiro (guitarra), Rafael Bittencourt (guitarra), Luís Mariutti (baixo), André Matos (vocal) e Marco Antunes (bateria).
O quinteto ficou praticamente um ano ensaiando para, em seguida, lançar sua primeira demo tape, intitulada Reaching Horizons, ainda em 92. No ano seguinte, o ANGRA teve oportunidade de gravar seu primeiro CD, Angels Cry, que obteve ótima repercussão tanto no Brasil como no exterior graças à inteligente mistura de peso, influências clássica e melodia que marcava o som da banda. Pouco antes das gravações de Angels Cry, Marco Antunes deixaria a banda, o que fez com que a bateria fosse gravada por Alex Holzwarth. Em seguida, Ricardo Confessori assumiu as baquetas do ANGRA.

Depois de passar o ano de 1994 excursionando pelo Brasil, o ANGRA iniciou as gravações de seu novo álbum em 95. Holy Land, lançado em 96, é o disco que traz à tona diversas influências brasileiras, sem, no entanto, deixar de lado o peso e a técnica do heavy metal. Isso valeu à banda ainda maior reconhecimento internacional, culminando em shows por diversos países europeus, como Itália, França e Grécia, além de dar ao grupo mais um disco de ouro no Japão. No início do ano seguinte, o ANGRA faria sua primeira tour no Japão, um dos países em que o quinteto é mais popular. Como conseqüência de tantos shows bem sucedidos, é lançado, em 97, o EP Holy Live, com quatro faixas ao vivo gravadas em Paris. Vale lembrar ainda que o ANGRA fez a abertura para o AC/DC no show de São Paulo e também teve o clipe da música Make Believe indicado para o MTV Video Music Awards de 97, acabando como um dos mais votados.

O ano de 1998 marca o início de mais uma produção do ANGRA. Com Chris Tsangarides na produção (que trabalhou, entre outros, com Helloween e Judas Priest), a banda antecipa seu próximo álbum com o single de três músicas Lisbon, lançado em julho daquele ano. O álbum completo, intitulado Fireworks, sairia em setembro do mesmo ano e mostraria uma banda menos voltada para os ritmos brasileiros e mais dedicada ao heavy metal.

Depois disso, a banda passaria por uma grande reformulação. Com a saída de André, Ricardo e Luís, ingressaram no ANGRA, no início de 2001, Aquiles Priester (bateria), Edu Falaschi (vocal) e Felipe Andreoli (baixo). A seleção dos novos músicos envolveu critérios rigorosos, sendo que os três novos integrantes foram escolhidos em função de suas experiências anteriores, da técnica apurada e do perfeito entendimento musical e pessoal que surgiu logo após os primeiros ensaios.

Assim, após muita expectativa, o ANGRA voltou às atividades em grande estilo no ano de 2001 com o lançamento mundial do disco Rebirth no mês de outubro. O nome do álbum, que significa “renascimento” em português, remete à nova fase vivida pela banda a partir do 1º semestre daquele ano. Gravado no Brasil e na Alemanha pelo renomado produtor Dennis Ward, Rebirth conquistou de imediato a crítica e o público do Brasil e do mundo por se tratar de um dos discos mais vibrantes dos últimos tempos, já que mostrou que o ANGRA não abriu mão do estilo que o consagrou e o elevou à categoria de banda única dentro do superpopuloso ambiente do heavy metal melódico.

A partir daí, o quinteto ingressou num intenso processo de divulgação do disco, fazendo shows em várias capitais brasileiras (e quebrando recordes de público em quase todas elas) e na América do Sul, culminando com um show na casa Via Funchal, na cidade de São Paulo, no dia 15 de dezembro. A apresentação do quinteto foi cercada de uma cuidadosa produção, com vários detalhes como efeitos pirotécnicos e iluminação requintada que surpreenderam a platéia. Nesse mesmo show, diante de um público que praticamente lotava as dependências da casa, o ANGRA recebeu Disco de Ouro por ter alcançado vendas superiores a 50 mil cópias no Brasil, já que se trata de artista considerado internacional pelo mercado fonográfico. Em menos de dois meses, Rebirth já tinha atingido o expressivo número de 100 mil cópias vendidas em todo o mundo.

Em janeiro a banda voltou ao estúdio, novamente sob o comando de Dennis Ward, para gravar o mini-álbum Hunters And Prey e a música Kashmir para um tributo ao Led Zeppelin. Logo após as gravações, a banda ainda participou de um show ao ar livre em comemoração ao aniversário da cidade de São Paulo, no dia 25 de janeiro, realizado no Center Norte, e que contou com um público de cerca de 12 mil pessoas.

Depois de participar de inúmeros programas de rádio e de TV (com destaque para uma aparição no “Altas Horas”, da Rede Globo, e o “Musikaos”, da TV Cultura), o ANGRA finalizou a edição do primeiro vídeo clipe do disco Rebirth. A música escolhida foi a faixa título e o clipe tem como base as imagens gravadas no show acima citado, realizado em São Paulo.

Enquanto isso, o ANGRA via surgirem os resultados de todo esse trabalho ao ser aclamado por praticamente toda a imprensa especializada do Brasil nas tradicionais votações dos leitores de “Melhores de 2001”, além de receber considerável votação também dos leitores da imprensa internacional, especialmente no Japão, naquela que é considerada uma das maiores publicações do gênero de todo o mundo, a revista Burrn! (veja resumo anexo).

Já no mês de março, a banda embarcou para mais uma turnê pela Europa. Foram 18 apresentações em sete países – Itália, Alemanha, França, Espanha, Holanda, Bélgica e Suíça – , sempre contando com o Silent Force como banda de abertura. Como saldo, a banda viu acontecer uma repetição do que já tinha ocorrido na América Latina, ou seja, uma repercussão altamente positiva. Os novos integrantes foram muito bem recebidos pelo público europeu e mostraram entrosamento invejável em cena. Por tudo isso, o ANGRA realçou sua posição de destaque no continente europeu.

De volta ao Brasil, no início de abril foi retomada a turnê sul-americana, com três grandiosos shows no interior de São Paulo que totalizaram público de cerca de 5 mil pessoas.
Em paralelo, novos produtos com a marca ANGRA chegaram ao mercado. Um deles é o songbook de Rebirth, com as partituras e tablaturas para guitarra de todas as músicas do disco. O livro, de 116 páginas, traz ainda um glossário explicando as principais figuras utilizadas nas tablaturas, facilitando sua utilização por músicos ainda pouco familiarizados com essa simbologia. Também foi lançada em edição limitada produzida pelo fã-clube do ANGRA uma fita VHS com cerca de 80 minutos de duração trazendo o show que a banda realizou no Rio de Janeiro e cenas extraídas dos arquivos pessoais dos músicos da banda.

Em maio, foi lançado o mini-álbum Hunters And Prey, que, a exemplo de Rebirth, tem arte de capa assinada pela artista plástica portuguesa Isabel de Amorim. O disco conta com oito músicas e mais uma faixa interativa, com o clipe da música Rebirth. Dentre as músicas, encontram-se novas composições, versões acústicas, um cover para a música Mama, do Genesis, e uma versão da música Hunters And Prey com letra em português, que recebeu o título de Caça e Caçador.

E antes de embarcar para mais uma empreitada internacional, a banda gravou uma versão heavy metal e um clipe da música Pra Frente Brasil. O vídeo foi exibido pelo canal esportivo SporTv durante a Copa do Mundo de 2002 e continua sendo veiculado no canal Multishow.

Em junho a banda esteve mais uma vez no Japão, onde fez cinco apresentações nas cidades de Nagóia, Tóquio, Osaka e Hiroshima entre os dias 19 e 24. Os shows, ocorridos na mesma época da campanha vitoriosa da Seleção Brasileira na Copa, obtiveram enorme sucesso junto ao público, como sempre acontece quando o grupo toca por lá. Antes, no dia 14, o ANGRA foi a primeira banda de heavy metal sul-americana a se apresentar em Taiwan, em um show inesquecível na cidade de Taipé.

Toda essa repercussão refletiu, naturalmente, no Brasil, onde o ANGRA teve grande exposição na mídia. Várias rádios, como 89FM e Brasil 2000 (São Paulo), FM98 (Belo Horizonte), Cidade (Rio de Janeiro) e Cidade e Transamérica (Recife), dentre várias outras, incluíram músicas do quinteto em sua programação. Também na TV o grupo teve ampla exposição, como nos programas Zapping Zone (Disney Channel, do qual participou duas vezes), Pirata Urbano (AllTV , no qual o bateu recorde de audiência do programa e ganhou uma reprise na semana seguinte), “Jô Soares” e uma nova participação no “Altas Horas”.

No segundo semestre, o ANGRA participou com destaque de dois dos principais festivais de verão europeus. O grupo tocou no dia 27 de julho no Rock Machina, na Espanha, e, no dia 2 de agosto, no tradicional Wacken Open Air, na Alemanha, em apresentações consagradoras.
Na volta, a banda prosseguiu em sua maratona de shows, se apresentando em diversas cidades brasileiras e visitando outros países sul-americanos como Equador e Colômbia. E em novembro, a banda quebrou mais uma barreira ao finalmente se apresentar pela primeira vez nos Estados Unidos e no Canadá.

Com um show para cerca de 7 mil pessoas no Credicard Hall em dezembro de 2002, o grupo promoveu o lançamento do CD ao vivo e do DVD “Rebirth World Tour Live In São Paulo”, coroando o encerramento da turnê mundial, que totalizou mais de 100 shows realizados no Brasil, América Latina, América do Norte, Europa e Ásia. O resultado de todo esse trabalho refletiu-se nas vendas: a primeira tiragem do CD, em embalagem digipack, teve suas 15 mil cópias totalmente vendidas, assim como a primeira edição do DVD, com 10 mil cópias, que também esgotou-se rapidamente e alcançou a marca de 3º DVD mais vendido do Brasil através do site Som Livre.

Fizeram parte do fecho da turnê mundial três grandes festivais de verão europeus, Viña Rock (Espanha, no dia 3 de maio), Sweden Rock (Suécia, 7 de junho) e Gods Of Metal (Itália, 8 de junho), nos quais a banda teve oportunidade de mostrar sua performance para dezenas de milhares de fãs. Na Espanha, eles se apresentaram em um festival aberto a diversos estilos musicais, atraindo, assim, a atenção de um público muito mais eclético. Já o festival sueco é considerado um dos maiores e mais bem organizados do mundo, apresentando desde novos e velhos talentos do cenário do rock pesado. E o italiano, como o nome diz, sempre apresenta os principais nome do heavy metal mundial. Finalizando a tour, o ANGRA foi a atração principal do Festival Pop Rock, considerado o maior evento do gênero no Brasil, realizado em 9 de agosto, em Belo Horizonte. A banda foi a mais votada para participar do festival em escolha promovida junto aos ouvintes da FM 98 daquela cidade.

E, em paralelo a tudo isso, Edu, Rafael, Kiko, Aquiles e Felipe tiveram a oportunidade de também se dedicar a outra atividade que sempre marcou a atuação dos músicos do ANGRA: a realização de clínicas, workshops e aulas. Os cinco são constantemente convidados a transmitir seu conhecimento, tanto no Brasil como no exterior, o que faz com que o ANGRA sirva de influência para diversos estudantes de música e grupos iniciantes. Esses eventos, realizados de maneira informal e didática, fazem com que o ANGRA seja ainda mais respeitado em todos os locais onde se apresenta, sendo comuns, inclusive, os convites para que seus músicos visitem escolas de música durante suas turnês internacionais.

Na condição de músicos consagrados, os integrantes do ANGRA também estão popularizando seu conhecimento através de vídeo-aulas. Kiko Loureiro, por exemplo, acaba de lançar duas fitas, “Os Melhores Solos e Riffs do Angra” e “Técnica e Versatilidade”, enquanto que Felipe Andreoli acaba de estrear nesse formato com o vídeo “Angra Bass”. Já a editora japonesa Prime Direction está lançando mais um songbook da banda, contendo as tablaturas e as partituras de todos os instrumentos das músicas do álbum “Rebirth”. O livro está saindo apenas no Japão, numa edição luxuosamente encadernada. O ANGRA ainda teve sua biografia com foto publicada na enciclopédia “Power Metal”, da série RockDetector, lançada pela Cherry Red Books, da Inglaterra. Kiko também foi destaque de capa de uma edição especial da revista japonesa Young Guitar, com direito a chamada em português, “Mate-se de Praticar”, além de participar do CD da banda Blezqi Zatsaz, do tecladista Fábio Ribeiro, tocando em cinco faixas. Edu Falaschi, por sua vez, gravou as músicas “Pegasus Fantasy” e “Blue Forever”, que fazem parte da versão brasileira da trilha sonora do desenho animado “Cavaleiros do Zodíaco”.

Além disso, o ANGRA foi um dos artistas escolhidos para comemorar os trinta anos do programa “Esporte Espetacular”, da Rede Globo. O quinteto regravou o tema de abertura do programa, dando a ele uma “interpretação metal”, cheia de peso, técnica e feeling, características que justificam a fama mundial da banda.

Desnecessário dizer que a banda e seus integrantes novamente receberam votações maciças na escolha de melhores de 2002 promovida pela imprensa especializada junto a seus leitores.
Dessa forma, consolidando-se como um dos principais nomes do heavy metal mundial, o ANGRA finalmente está iniciando o trabalho de composição e pré-produção de seu novo disco de estúdio, a ser lançado no início de 2004.


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05/07/2004 16:58
Faixa a faixa
emo.
Os integrantes da banda comentam, faixa a faixa, o álbum "Melhores dias". São ao todo sendo quinze faixas, sendo oito inéditas e sete regravações das demos.
Fique agora com o tracklist assim como o comentário de cada uma das quinze músicas do CD!
1- TALVEZ UM DIA - Hoje é a nossa música mais energética. Ela vai direta ao assunto sem rodeios e com muita pegada, perfeita para começar o CD. A letra retrata o sentimento de quem perdeu uma pessoa que gostava e através de uma desculpa qualquer, inventada na hora para tentar amenizar o sofrimento, deixa esperanças falsas de um dia reencontra-la. Música inédita.
2- CHANCE IDEAL - Um punk rock, com muita melodia, que tem a digital do emo. . Permanceria atual tanto no primeiro ou no terceiro álbum da banda. Fala sobre como a timidez pode atrapalhar a chance de se começar um relacionamento; como perdemos várias oportunidades apenas pelo medo de ouvir um "não". Também inédita.
3- REVIVER - Musica nova, com uma pegada staccatto. Seria a música "feliz" do álbum. A letra fala de um relacionamento que pareceu estar acabado, mas que no fundo é impossível de ser esquecido. No primeiro reencontro tudo que se sentia antes volta, até com mais intensidade, pois no fundo sempre esteve lá. Inédita.
4- NADA QUE EU NãO SAIBA - Regravação da demo. Adicionamos alguns detalhes que deixou a música mais atraente e mais energética. Rock no melhor estilo "tira o pé do chão!" com um refrão forte. Uma música que funciona muito bem ao vivo. Descreve como é possível conhecer tanto alguém e ao mesmo tempo se confundir com o que deve ou não ser contado, já que algumas coisas podem, sem querer, machucar. Uma das nossas favoritas do novo CD.
5- MAIS UMA VEZ - Música nova com ambas as guitarras fazendo dedilhados, sem guitarras base, numa pegada bem forte. Refrão contundente e altamente melódico. A letra é sobre a história de um casal, em crise, buscando meios de esquecer o parceiro, mas a lembrança dos bons momentos os fazem persistir e acreditar que é possível viver juntos novamente. A música preferida pelos 4 integrantes da banda, dentre todas as 15 do CD. Faixa inédita.
6- FIM DE MARçO - Uma canção com uma pegada diferente, mesclando violões e guitarras. O instrumental cresce ao longo da música para reforçar a carga emotiva da letra. Usamos um E-bow nessa canção exatamente para passar essa idéia. A letra exprime uma paixão à distância alimentada durante um verão, que poderá ou não ganhar continuidade após o reencontro no final de Março. Outra canção inédita também.
7- MúSICA NOS DIAS TRISTES - Uma das músicas mais pesadas do CD. Rock emotivo e com muita pegada tocado apenas com violões. Nada de guitarras. Acrescentado pelo quarteto de cordas, no final da faixa, a música chega ao ápice, num clima denso. Fala de como é ruim tentar esquecer o presente e buscar nas lembranças do passado uma maneira de ser feliz. Música inédita.
8- úLTIMAS PALAVRAS - Riff de guitarra diferente, porém bastante simples. Batida reta, melodia maior e guitarras limpas. A primeira balada do álbum. Incorporamos alguns instrumentos diferentes nessa faixa, como Harpa Chinesa (tocada pelo nosso produtor Dado Villa-Lobos) e Moog, mas nada que destoe com a nossa identidade. Letra forte. Fala de tudo aquilo que permanece vivo quando quem se ama vai embora definitivamente de nossa vida. Outra inédita.
9- 27 DE AGOSTO - Regravação da demo, porém com uma levada bem diferente da demo, mas ao contrário do que seria natural pensar, ela está mais rápida e mais forte que a versão anterior. Participação especial de João Fera, tecladista dos Paralamas do Sucesso, tocando piano nessa faixa. A letra é baseada em fatos BEM reais. Fala sobre o amor platônico, falta de coragem ao se declarar. Neste caso só o que se sabe é a data de aniversário da pessoa: 27 de agosto. Uma das músicas preferidas pela equipe que trabalhou na produção do álbum.
10- SEU RETRATO - Outra regravação da demo, em uma nova versão com a afinação diferente da normal. Balada emocional com apenas 2 violões, ganha um tom ainda mais melancólico com a presença do quarteto de cordas. Uma das letras mais expressivas, revela o quanto é difícil reconhecer que alguém não te ama mais, principalmente quando as fotografias mostram o contrário. Outra favorita do CD.
11- INDECISãO - O próprio nome da música já diz tudo. Outra canção presente do CD-demo que sobreviveu até o CD de estréia. Ficou bem parecida com a da demo, apenas inserimos mais backing vocals, que já faziamos ao vivo, e testamos algumas frases de guitarra a mais. Uma música com uma excelente pegada, funciona bem ao vivo e empolga no CD.
12- PRIMEIRA EMOçãO - Uma balada pesada de violões e guitarras distorcidas que ganhou uma versão mais objetiva no cd. O refrão está mais forte do que nunca e deixamos o riff dela mais pesado. A letra mostra o valor que pequenas coisas, antes imperceptíveis, passam a ter quando alguém se apaixona pela primeira vez.
13- QUANDO A CHUVA CAIR - Foi escolhida para começar vários shows da tour 2003 por ter muita força. No CD "Melhores Dias" não vai ser diferente, vai continuar forte e com um final mais vibrante. Uma das faixas mais antigas do Emo. , originalmente um presente de dia dos namorados. Bastante sincera, mostra como paisagens traz a pessoa à mente.
14- ERROS - A maior porrada do Emo. no CD, a música ficou de fora de alguns shows recentes mas volta pro álbum com força total e mais enxuta. Letra irônica, mas que no fundo reconhece que mesmo o maior esforço não foi o suficiente para manter o relacionamento. Uma das músicas preferidas do nosso produtor, Dado Villa-lobos, pois foi ele que nos convenceu a gravarmos essa música para o nosso CD de estréia.
15- DEIXAR PARTIR - A última do música do CD "Melhores Dias" . Uma balada melancólica com voz, violões, piano e o quarteto de cordas, fazendo uma linha melódica que complementa os violões. A letra é uma das mais tristes e revela o arrependimento de ter terminado um relacionamento. Fala sobre a dor de saber que esta pessoa não mais compartilhará momentos com você, mesmo sabendo que você seria a pessoa ideal para isso.
Curiosidades da produção do álbum "Melhores Dias":
* O CD de estréia do Emo. tem o nome de "Melhores Dias", foi produzido por Dado Villa-Lobos e mixado por Fabiano França (Raimundos, Los Hermanos, Caetano Veloso).
* O álbum foi gravado entre 11 de novembro e 3 de dezembro no Estúdio RockIt!, na Gávea, Rio de Janeiro. As mixagens ocorreram entre os dias 4 de dezembro e 19 de dezembro, nos Estúdios AR, na Barra, Rio de Janeiro. "Melhores Dias" foi masterizado no dia 9 de fevereiro, por Carlos Freitas, no Classic Master, em São Paulo.
* O CD conta com a participação especial de Dado Villa-Lobos (Harpa Chinesa e E-bow), João Fera (piano e teclados) e Eduardo Lyra (percussão) em faixas selecionadas.
* Participaram das gravações, Luciano Grossmann (assistente de gravação) que é baterista do Leela, banda que também terá CD lançado esse ano por uma major.
* Em todas as faixas, o último instrumento a ser gravado definitivamente foi a bateria. OBS: Geralmente, numa gravação, a bateria é o primeiro instrumento a ser gravado, servindo de guia para os outros.
* O quarteto de cordas presente em 3 faixas do CD "Melhores Dias", é composto por 4 exemplares alunas de Hermeto Pascoal. A média de idade do jovem quarteto de cordas é de 20 anos, todas por sinal, fãs de Legião Urbana, o que deixou no estúdio um clima de tietagem exacerbada. Porém, o nosso produtor, Dado Villa-Lobos, não confirma essa história.
* Todos os instrumentos usados na gravação do CD do emo. foram emprestados. Alguns donos ilustres: Dado Villa-Lobos, Bi Ribeiro ( Paralamas), Luciano Grossmann ( Leela), Patrick Laplan (Rodox, Biquini Cavadão), Fred Nascimento ( Capital Inicial) e Renato Russo, por incrível que pareça...
* Daniel Ferro, baterista do Emo. , gravou violões em "Seu Retrato", "Deixar Partir" e "Música nos Dias Tristes", todas faixas acústicas.
* CDs mais ouvidos durante a gravação do CD do emo. : 1. Libertines 2. Jack Johnson 3. Pitty 4. Marcelo D2 5. The Used
* O nome do álbum foi inspirado na música "Melhores Dias", do Emo., presente como faixa bônus no CD demo da banda. O fato curioso é que a faixa 'Melhores Dias' não estará presente no CD de estréia da banda. O Emo. achou interessante o fato do nome do álbum não ser inspirado a partir de uma música que estaria no CD, pois dessa forma, atrairia muita atenção para a mesma. "Além do que o nome "Melhores Dias" por si só é um excelente nome para um álbum, por trazer boas energias", explica Juca, baixista do Emo. .
* A explicação bem humorada para o nome do CD fica por conta de Daniel, baterista do emo. : "Se o primeiro álbum do Face to Face chama-se "Dont Turn Away" e a faixa título do CD só aparece no EP "Over It", achei que seria legal por o nome do CD da gente a partir de uma música que também não estará presente no tracklist do CD, mas apenas num trabalho futuro."
* Durante as gravações do CD, o Emo. se apresentou num showcase na sede da gravadora EMI, para convidados, imprensa e funcionários da gravadora. Foi o primeiro show em que algumas músicas novas do álbum foram executadas ao vivo e a primeira vez que a banda pode se apresentar com violões ao vivo num palco, tocando canções como "Primeira Emoção", "Música nos dias tristes", "Seu Retrato", antes sempre adaptadas para guitarra, mesmo que originalmente gravadas como músicas acústicas na demo.
* Durante as gravações do CD do Emo. , Daniel, baterista da banda, ficou de luto oficial por 3 dias, devido ao fim de sua banda preferida, Face to Face, que se extinguiu no dia em que o Emo. entrou em estúdio.
* Videogames mais jogados durante a gravação do álbum: 1. Winning Eleven 7 (PS2) 2. Bowling (Celular Nokia) 3. Skydiver (Celular Nokia) 4. Kelly Slater Surf Pro (PS2) 5. Tony Hawk Skater Pro 4 (PS2) 6. Mortal Kombat (PS2) 7. Crazy Taxi (PS2) 8. Mario Brothers (Game Boy Tijolão)
* Algumas fotos da gravação do CD do Emo. podem ser encontradas no www.fotolog.net /seuretrato. Outras informações a respeito da produção do álbum e outras curiosidades podem ser lidas no arquivo do blog da banda em www.emo.com.br

Retirado do site : www.punknet.com.br
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04/07/2004 00:14
A História do PINK FLOYD
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>>>Onde tudo começou

Pra começar a contar a história do Pink Floyd, precisamos voltar para meados dos anos 60, mais precisamente, 1965. Nessa época na Inglaterra, muitos jovens na sua maior parte universitários, tentavam desesperadamente fazer música baseada no estilo americano. Chamaram esse estilo de British Rhythm & Blues Revival. Haviam três jovens estudantes de engenharia da Faculdade Politécnica Regent Street em Londres, que não eram excessões entre os jovens da época : Roger Waters, Nick Mason and Rick Wright. Tocar guitarra, bateria e teclado era muito mais divertido do que projetar prédios, mas eles nunca imaginaram que seus ensaios na hora do almoço, e suas performances em pequenas festas iriam dar no que deu: A maior banda de todos os tempos. Mesmo assim, a idéia de se tornarem pop-stars era benvinda e era o sonho de todos que tinham uma guitarra ou um par de baquetas. Os Beatles provaram isso: Todos eram livres para tentar o estrelato. Londres estava muma fase de revolução em todos os sentidos: Atitude, estilo, moda, sexo, cinema, teatro, drogas e música, e a indústria pop estava crescendo muito. O nascente Pink Floyd estava na hora certa e no lugar certo.

>>>O nascimento de uma lenda

Foi a cidade universitária de Cambridge que deu nascimento à banda. George Roger Waters que nasceu em 9 de setembro de 1944, fez o colegial no Cambridge High School para meninos, onde conheceu três garotos: Syd Barrett, David Gilmour e Bob Klose. Roger Waters começou a tocar guitarra com 14 anos, mas logo viu que não leveva jeito para a coisa, e assim começou a tocar contra-baixo. Ele foi fazer faculdade na Politécnica Regent Street em setembro de 1962, e logo ficou amigo do estudante Richard Wright (nascido em Londres em 28 de julho de 1945) que tocava piano clássico. Rick dividia o quarto com outro estudante de arquitetura, Nicholas Mason (nascido em Birmingham em 27 de janeiro de 1945) , que já tinha estudado piano e violino, mas tinha paixão mesmo era pela bateria. Rick Wright, Nick Mason e Roger Waters logo formaram uma banda chamada Sigma 6, com a intenção de tocar apenas por diversão em algumas festas. O entusiasmo com o mundo musical, fez com que eles gastassem todo seu dinheiro para comprar livros para a faculdade em instrumentos e amplificadores. Eles tentaram gravar um álbum, mas as gravadoras não estavam interessadas em seu estilo de som.

>>>A entrada de Syd Barrett

Uma sucessão de trocas de nomes e integrantes foi ocorrendo. A banda que antes era chamada de Sigma 6, passou a ser The T-Set, The Meggadeaths, The Architeural Abdabs e finalmente The Screaming Abdabs. Essa última formação incluía dois cantores, Keith Noble e Juliette Gale e um baixista, Clive Metcalf. A sonoridade musical da banda mudou muito até o Pink Floyd obter uma identidade musical própria. A banda se separou por pouco tempo, mas não antes de Richard Wright se casar com a então cantora da banda, Juliette Gale. Nick Mason e Roger Waters não desistiram, e formaram uma nova banda. Eles chamaram para tocar guitarra solo,um jovem chamado Bob Klose, e Roger Water chamou um velho amigo de Cambridge, Roger Keith "Syd" Barrett para tocar guitarra base. Syd logo se tornou o chefe da banda, e sua curta carreira o elevaria ao status de lenda do Rock 'n' Roll. Ele nasceu em Cambridge em 6 de janeiro de 1946. Com 14 anos começou a tocar violão e com 16 ganhou o apelido de Syd, por causa de um baterista local que se chamava Sid Barrett. Ele se juntou a uma banda local e juntos formaram The Hollerin' Blues, fase de transição que levou Syd a trocar o violão pela guitarra.

>>>União de gênios

Syd Barrett começou a trocar umas idéias sobre guitarra com seu amigo David Gilmour. Ambos passavam horas tocando juntos, mas David sabia que tocava muito melhor que Syd, mas sabia também que Barrett era muito melhor letrista e compositor. Em 1964, Syd se mudou de Cambridge para Londres para estudar pintura na Escola de Arte Camberwell, e começou a dividir o apartamento com Roger Waters, e os dois começaram a passar muito tempo escrevendo músicas junto. Richard Wright também voltou para a banda.

>>>LSD

Barrett fez mais do que absorver idéias dos Beatles para compor sua música durante a adolescência. Cambridge foi a base para um seleto círculo de iniciantes que tinham descoberto os efeitos do LSD. A droga alucinógena ainda era legal na época e também, totalmente desconhecida pelo público em geral. Syd passou a "viajar" constantemente, e isso fez com que ele mudasse totalmente seu comportamento e também seu estilo musical. A banda ainda se chamava The T-Set na época, quando descobriram que havia outra banda com o mesmo nome. Era tempo para pensar em outro nome, algo mais sólido, mais marcante. Syd tinha uns discos de dois blues men americanos chamados Pink Anderson e Floyd Council. Durante uma de suas "viagens", Syd teve a brilhante idéia de combinar seus nomes, criando assim PINK FLOYD.

>>>David Gilmour ainda longe do Floyd

Liderado por um cantor chamado Chris Dennis, a banda tocava de vez em quando para amigos e festas particulares. Em uma dessas festas, David Gilmour subiu no palco e fez uma "Jam session" com a banda. David tinha formado seu próprio grupo chamado de Jokers Wild, e depois foi passar um tempo tocando em Paris-ainda aconteceriam algumas coisas antes de ele se juntar ao Pink Floyd. Em janeiro, Chris Dennis e Bob Klose decidiram deixar a banda por causa das intermináveis "viagens" de Syd Barrett.

>>>O primeiro concerto oficial do Pink Floyd

No final do ano, a formação era: Syd Barrett, Roger Waters, Richard Wright e Nick Mason. Eles voltaram de Cambridge para tocar no Countdown Club no Palace Gate em Londres, numa sexta-feira à noite em dezembro de 1965. Esse foi provavelmente o primeiro concerto do Pink Floyd. Roger Waters lembra-se de que eles tocaram umas 5 horas e receberam cerca de 30 libras. O uso de LSD, projeções de slide, improvizações, efeitos viajantes na guitarra e um primitivo show de luzes, fizeram com que o Pink Floyd se tornasse uma banda Psicodélica adorada pelos hippies da região.

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03/07/2004 03:09
Entrevista com a banda Cólera
Redson e Pierre decidiram formar o Cólera em 1979. Nesses 25 anos de estrada a banda acumulou nove álbuns — dois ao vivo — dois EPs e participações em diversas coletâneas. Realizou também uma (pioneira) turnê européia. Desde o show de estréia, em dezembro daquele ano, até os dias de hoje, o Cólera continua ocupando lugar de destaque na cena punk brasileira. Acompanhe uma entrevista com o vocalista Rédson.

>>> Como você descobriu o Punk Rock? Explique isso pra geração da Internet e do MP3.

Em 1973, com 11 anos, eu descobri o Rock. Decidi que queria tocar! Dos 13 aos 16 tentei montar 5 bandas. O estilo era rock/hard rock. Então, em setembro de 1979, escutei o primeiro album do The Clash e aquilo me deu um estalo: "É isso que eu quero fazer!". Em outubro daquele ano nascia o Cólera. Dali em diante, comecei a procurar saber sobre o punk rock, seu som, cultura etc.

>>> Como circulava a música underground em tempos de censura e pouco acesso a informação?

Somente nos points como a loja do Fabião, na Baratos & Afins e Wop Bop, podia-se encontrar as novidades. Também nas casas dos camaradas. Havia um grande intercambio entre as pessoas que curtiam. Trocava-se zines, fitas cxasete, recortes de revistas etc. Havia repressão à cultura e a todos que curtiam algum genero do rock, ou coisa que parecesse rebelde. Os punks, então, eram considerados os mais subversivos. Na época que era moicano, cheguei a tomar três blitz numa caminhada de duas quadras. Era obrigatório passar a música pela Censura Federal, para poder lançar em disco, fita e tal. E, raramente, as minhas passavam, mesmo contendo letras surrealistas, sem protesto declarado. Depois de um tempo, comecei a lançá-las sem aprovação mesmo.

>>> Pra você, o que significa o termo "punk" nos dias de hoje?

Pra mim sempre foi e será: Do it youirself ou faça voce mesmo!

>>> Vocês foram a primeira banda punk brasileira a excursionar pela Europa, em 1987. Vocês se consideram responsáveis por agora se tornar um fato comum a tour de bandas punk brasileiras pelo velho continente? Existe repercussão dessa tour, na Europa, até os dias de hoje??

Existe uma forte repercussão da nossa primeira tour. Foi marcante pra nós e pra muita gente na Europa. Na tour que fizemos em março último, tocamos em Gent, Bélgica, pra mais de 30 pessoas que viram Cólera em 87. Muitos nem frequentavam mais shows. Foi aquele encontro saudoso, "típico da velha guarda" (risos).

Sobre ser a primeira banda a ir pra Europa, vejo como uma forma bandeirante. Foi um momento de pegar e fazer a gente mesmo. Deu certo. Valeu como exemplo de que é possível. Hoje fico muito contente de ver outras bandas indo. Viva o nosso underground, sendo reconhecido lá fora pela sua qualidade.

>>> Vocês foram uma banda de uma única gravadora, correto? Como avaliam o trabalho da Devil Discos?

Bem, tiveram as minhas gravadoras, Ataque Frontal e Estúdios Vermelhos, além da Devil. A Devil é responsável pela produção fonográfica e dá uma base bem legal pra gente gravar. Somos livres pra compor, tocar, desenhar e fazer o que quisemos.

>>> Com o LP Pela paz em todo mundo , de 1986, vocês chegaram a vender cerca de 85 mil cópias, um número impressionante em se tratando de um lançamento independente. Com esta vendagem por que vocês nunca lançaram nada por uma grande gravadora? Faltou convite ou interesse da parte de vocês?

Convite não faltou. Pelo menos cinco grandes gravadoras fizeram proposta depois do Pela Paz em Todo Mundo . Nós não quisemos. Penso que conseguimos crescer muito bem sozinhos.

>>> Como você avalia depois de duas décadas o punk rock feito pela sua geração? Bandas e pessoas.

As bandas eram excelentes na parte de criatividade. Não existiam muitos bons músicos e menos ainda, bons intrumentos/equipamentos. Acho que, considerando essas dificuldades, a maioria das bandas deixou uma forte contruibuição no exemplo do "faça você mesmo". Além disso, participamos daquela explosão de bandas que gerou a grande safra do rock nacional dos 80, como Plebe Rude, Ira!, Violeta de Outuno, Ultraje e outras. Sobre as pessoas, prefiro não julgar e dizer que muito gente lutou pelo punk - e algumas delas estão aí ainda.

>>> Punk Rock precisa ser politizado? Punk hoje é muito classe média?

Na minha forma de ver punk não precisa ser algo assim ou assado. Se tiver regras de como ser, então é outra coisa, não punk. A parte política é livre, uma opção. Eu me vejo mais cultural de que politizado. Respeito quem atua politicamente no punk. Cada um cada um.

>>> Que bandas você gostaria de ver participando de um disco tributo ao Cólera?

Nacionais: Replicantes, Olho Seco, Sepultura, Os Cachorros, Orquestra de Pífanos de Caruaru e outras. Internacionais: Stiif Little Fingers, U. K. Subs., 999, Harum Scarum, Apatia No, Misfits...

>>> Fale um pouco sobre o novo lançamento da banda, o CD Deixe a Terra em Paz.
Este novo album foi resultado de uma fase forte minha e da banda. Desde 1998, com o crescimento da cena, com festivais, bandas e discos novos, o Cólera vive grandes momentos. Isso deu impulso para músicas com um sotaque atualizado. A faixa "Deixe a Terra em Paz!", traduz muito bem o nosso protesto pelo planeta. "Circocore" é um verdadeiro circo hardcore. Os metais dão o toque de picadeiro e as palmas, sempre funcionam ao vivo. "Tem Águia Filhote", que pra mim é a segunda edição de "Quanto Vale a Liberdade". Quebramos regras fazendo um sambacore. Em "Canção do mar" tocamos um surf/reggae/ska/punk. É uma história narrada por um menino que não pode surfar, pois o mar está impregnado pelo óleo que vazou de um petroleiro.

Fizemos no dia 22 de maio, no Hangar 110 (SP), o lançamento oficial e foi uma grande festa. Este concerto, junto com o de 12 de fevereiro (a festa de 25 Anos), que também rolou no Hangar, estarão no DVD comemorativo que estamos gravando. O DVD contará a trajetória da banda e trará imagens inéditas, como na TV Tupi, em 1980, e em Oslo, Noruega, em 1987.

>>> E de onde surgiu a idéia de incluir elementos de sopro em algumas músicas?

Foi na própria temática da música. "Circocore", com um clima de circo mesmo, gritos de palhaço, metais indo e vindo e ainda o apresentador sobre os aplausos anuncia: "Respeitável público...". Só daí entra o hardcore. "Águia Filhote" compus toda de uma vez, com uma flauta chamando o violão e tudo mais, inclusive a letra veio junto a música. Eu curto muito a cultura indígena e a zampoña era o que eu imaginava na abertura. Ficou melhor ainda, com os arranjos de Ademar Farinha.

>>> A quantas anda sua produtora, a RELP, e como está o projeto dela virar uma ONG de apoio a divulgação de bandas indpendentes?

A Relp começou a funcionar na prática há um mês e meio. A idéia é divulgar as bandas numa central de informações. Estamos na parte inicial do projeto.

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02/07/2004 00:01
“A revolução através do hardcore”
Por Ricardo Tibiu - Maio de 2004

Há ordem no caos e desordem por todos os lados. Música é entretenimento? Diversão? Desabafo? Que tal ser isso tudo e muito mais. A banda capixaba Dead Fish está há 13 anos colocando em prática essa máxima. Já trilharam seu caminho no underground nacional, tendo lançado quatro CDs e tocado em todos os cantos do Brasil. Inclusive acompanhando bandas internacionais como as norte-americanas Shelter, All e Pulley.
Agora chegou a hora de cruzar a fronteira entre o indie e o mainstream. Alguém aí pensou em “La Migra”? Quem sabe... O certo é que Rodrigo (voz), Alyand (baixo), Nô (bateria) e os guitarristas Philippe e Hóspede, estão dispostos a isso. Como aliada o grupo tem a Deckdisc, que se responsabilizou pelo lançamento de “Zero e Um”.
O disco foi gravado entre janeiro e fevereiro de 2004 no Estúdio Tambor (Rio de Janeiro) sob comando do guerreiro Rafael Ramos, que já capitaneou álbuns de artistas como Los Hermanos, Ultraje a Rigor e Pitty. A mixagem ficou a cargo de Ryan Greene, responsável por algumas obras “obrigatórias” do hardcore de NOFX e Sick Of It All, no Motor Studios, em São Francisco (Califórnia).
As 14 músicas são, literalmente, inéditas. Além de não regravarem nenhuma canção dos trabalhos anteriores, o Dead Fish nunca soou tão seguro como agora. Inaugurando a nova fase, “A Urgência”, brada, explicitamente, que de mortos os peixes não têm nada e que “há urgência em estar vivo”. Já a faixa que dá nome ao disco capricha nas melodias, tanto vocais, quanto das guitarras.
Se você acredita que tecnologia é sinônimo de progresso, o hardcore rasgado vai lhe dar uma nova visão. Se precisar de ajuda, o clipe - com direção de Eduardo Kurt - pode te ajudar a ter uma idéia. “Queda Livre” é um tapa com luva de pelica... e vai derrubar muita gente. “Bem-vindo ao Clube” tem o clima do Dead Fish ao vivo. E olha que a performance da banda é das mais explosivas. O baixo pulsa forte, a bateria martela com furor, as guitarras duelam entre si e Rodrigo se esgoela e macaqueia como poucos.
“Você” e “Re-aprender” têm pegada roqueira e refrãos marcantes, prontos pra cantar junto, já “Engarrafamento” tem a cara de São Paulo (por que será?), mas se pensa que Rodrigo irá falar de carros e ônibus, esqueça. Suas letras fogem do lugar comum que insiste em pairar sob as cabeças dos compositores do pop rock nacional.
Peso e velocidade marcam o verdadeiro hardcore? A verdade pode ser uma mentira, mas se o que busca é rapidez, sirva-se: “Senhor, Seu Troco” com 26 segundos de puro “dedo na cara” e coro agressivo, “Desencontros” com 49 segundos e “Siga” com pouco menos que dois minutos de questionamento. Afinal questionar é viver...
Enquanto Bush se diverte bombardeando o Afeganistão e Bin Laden provavelmente planeja a vingança, por aqui o Dead Fish faz seu contra-ataque. E a arma escolhida é o hardcore! Porque todo dia é dia de revolução!
"Hoje é o dia da revolução, não há ninguém nas ruas."
Leonardo Panço / DeckDisc - Março de 2004
São com essas frases firmes e convictas que começa o novo álbum do Dead Fish, Zero e Um. Pode até ser que as ruas estejam vazias, mas há 13 anos que os shows dos capixabas estão várias coisas, menos vazios. O Dead Fish - leia-se Rodrigo (voz), Nô (bateria), Alyand (baixo), Hóspede e Philippe (guitarras, e que guitarras) - mostra em Zero e Um para o Brasil inteiro o que vários milhares de fiéis seguidores dos tempos do underground já sabem há muitos carnavais: que no punk-rock melódico, no hardcore, no rock, nas letras inteligentes, não tem pra ninguém.

Indo ao show da banda, você pode ver o cantor fazendo o "moon walk" de Michael Jackson ou cantando um trechinho de alguma música do Tim Maia. O quase intocável mundo fechado do punk rock se rendeu às boas idéias. Afinal, para que limites bobos e enclausuradores? A música não foi feita para isso.

A transição feita da autoprodução dos últimos CDs, lançados pela própria gravadora da banda, para esse novo disco fez muito bem ao som dos peixes. A qualidade dos arranjos, principalmente das duas guitarras, ficou muito mais inteligível, ouve-se tudo nos seus mínimos detalhes. Mesmo quando a banda desce o braço sem dó nem piedade, como em "Senhor, Seu Troco" e "Desencontros", hardcores sem firulas, com menos de um minuto. O velho recado dado da maneira mais direta possível. Certamente, contribuiu para a clareza e o peso do som a mixagem feita pelo mago Ryan Greene (NoFX, Sick of it All), no Motor Studio em San Francisco, Califórnia, sob direção do produtor Rafael Ramos.

Quem ouviu o CD ao vivo lançado em 2003 e conseguia sentir a emoção da platéia tão palpável que quase podia ser cortada com uma faca, vai definitivamente sentir o mesmo ao ouvir "A Urgência", parceria da banda com Bil (cantor e baterista do Noção de Nada), "Queda Livre", "Tão Iguais", "Bem-Vindo ao Clube", "Re-Aprender a Andar", "Engarrafamento". Convicção hoje, dúvidas amanhã. Várias letras podem ser vistas dessa maneira. Leia "Você" e descubra uma maneira muito peculiar de falar sobre a ganância, sobre o dinheiro. As interpretações vão se alternando entre a certeza e aquele olho em direção ao teto com as sobrancelhas em riste.

Já que não há limites, é possível imaginar as pessoas dançando de todas as maneiras em "Sonhos Colonizados", como no meio de uma roda de pogo, ou de olhos fechados, cantando o refrão de "Por Não Ter o que Dizer". São as melodias dobradas da voz (com ajuda de Alyand e Philippe) ou as guitarras oitavadas que tornam isso possível? Se um dos versos desse disco diz que "há urgência em estar vivo", entenda como queira, mas o que mais pode ser dito?


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30/06/2004 17:54
>> Biografia do Velvet Revolver

Formado pelos ex-gunners Slash, Matt Sorum e Duff McKagan, mais o guitarrista Dave Kushner (Suicidal Tendencies) e o frontman Scott Weiland (Stone Temple Pilots), o Velvet Revolver começou em meados de 2002 quando Slash, Duff e Matt, acompanhados de Josh Todd e Keith Nelson tocaram juntos em um tributo a Randy Castillo, ex-baterista de Ozzy Osbourne, derrotado pelo câncer.

Alguns meses depois, com a saída de Josh e Keith, Duff anuncia na revista Classic Rock que a banda com codinome The Project era a prioridade dos ex-gunners, e anuncia também a varias publicações que eles estavam à procura de um vocalista, que tivesse traços de Alice Cooper/Steven Tyler (alguém aí se lembra do anúncio em que acharam o vocalista do Guns?!) e um pouco de McCartney e Lennon.

Dave kushner, que havia tocado com Duff na banda Loaded, é confirmado como guitarrista em outubro.

A banda continua a procurar vocalistas até que em abril de 2003 Scott Weiland é mencionado como uns dos candidatos. Entre eles estão nomes como o de Sebastian Bach (Skid Row), Travis Meek (Days of the New), Kelly Shaefer (Neurotica), Josh Todd (Buckcherry), A. Jay Popoff (Lit), Todd Kerns (The Age Of Electric, Static In Stereo) e Mike Patton (ex-Faith no More) que aparentemente recusou a proposta.

Scott começa a tocar com The Project, eles gravam Money, do Pink Floyd, para o filme "Uma Saída de Mestre" (The Italian Job) e começam a trabalhar na música que seria o tema do filme Hulk, "Set Me Free".

Em maio, é publicado na revista Rolling Stone que o nome da banda passaria a ser Reloaded, e Scott anuncia que é o vocalista definitivo da banda. Neste mesmo mês, Scott é preso por porte de drogas.

Em junho o nome da banda é novamente mudado, agora definitivamente, para Velvet Revolver, e no dia 19 ocorre o primeiro show, em Los Angeles. Nesse show eles tocam duas musicas próprias (Set Me Free / Slither) e quatro covers: It's So Easy (Guns), Sex Type Thing (Stone Temple Pilots), Bodies (Sex Pistols) e Negative Creep (Nirvana).

Em agosto assinam com a RCA Records. A banda diz: "Acreditamos que esta união será uma leal, dedicada e frutífera relação, não baseada somente em negócios, mas sim na única coisa que nos desafiou a sonhar - música".

No começo de outubro a banda termina o que seriam as "bases" de 14 músicas para o lançamento de um álbum. Scott é novamente preso por bater seu carro em outro, sob suspeita de estar sobre o efeito de álcool e drogas. É sentenciado a cumprir um regime de desintoxicação em uma clínica de reabilitação por 6 meses. Por sentença judicial ganha a permissão para ser liberado por quatro horas ao dia para que termine as gravações dos vocais para o álbum.

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29/06/2004 14:02
BIOGRAFIA DE EMINEM
Nome verdadeiro: Marshall Bruce Mathers III
Passa infância mudando de lá e pra cá pra Kansas City e Metro Detroit
Dia de Nascimento: 17 de Outubro de 1972 (Kansas City, Missouri)
Idade: 31
Altura: 1,79
Peso: 67,5Kg
Cor do cabelo: Loiro, cor natural - Castanho
Cor dos olhos: Azul
Signo: Libra
Mora hoje em Detroit, Michigan.
Escola: Lincoln High School em Michigan, foi umas das várias.
- Com 17 anos de idade Eminem deixa a escola pra sempre, ele repetiu o 1º colegial 3 vezes e decediu não estudar mais e se preocupar mais com rap.
- Família: Kimberly Ann Scott (Ex-Esposa), Hailie Jade Scott (Filha, nasceu dia 25 de Dezembro de 1995), Debbie Mathers-Briggs (Mãe), Betty Kresin (Avó), Marshall Mathers Junior, Nathan Mathers seu meio irmão (filho da Debbie com outro cara.), Ronald Dean Polkingham (Mais conhecido como Ronnie, é seu tio falecido).
- Quando Eminem era pequeno ele vivia apanhando na escola, até que um dia um tal de D'Angelo Baily, da 8ª Série bateu tanto no Eminem que ele teve hemorragia cerebral, ficou 10 dias em coma. Em até fez uma música sobre isso, a música se chama Brain Damage.
- Dia 13 de Dezembro de 1993 morre seu melhor companheiro, Tio Ronnie. Ronnie tinha cometido suicídio. Eminem ficou muito triste.
- Eminem e Kim eram namorados desde os 15 anos
- Eminem quer tornar sua filha Hailie Jade em uma atriz.
- Trabalhou no Gilbert's Lodge (Restaurante) em St. Clair Shores de 1996-1998
- Primeiro grupo do Eminem foi "Bassmint Productions"
- Depois nesse ano o Dr. Dre assina o Eminem na gravadora Aftermath depois de ouvir o rapper freestyling (cantando) na rádio de Los Angeles
- No dia 23 de Fevereiro de 1999 saiu seu cd "The Slim Shady LP" que ficou na 3ª posição na Billboard por várias semanas
- Eminem ouve quase todos os tipo de rap, e alguns de seus artistas prediletos são: Tupac, Redman, The Beastie Boys, ele não ouve outros gêneros de música mais ele gosta também de No Doubt e Alanis Morrissete.
- Ele diz ser muito perfeccionista e sarcástico. Ele é muito engraçado também.
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1972: Dia 17 de outubro nasce o Marshall Bruce Mathers III vulgo Eminem, vulgo Slim Shady.
1983: O seu tio Ronnie lhe dá uma cópia da fita do Ice T, 'Reckless'. Foi a partir desse dia que ele percebeu que queria ser um rapper.
1988: Eminem escreve seu primeiro rap. Ele comenta sobre o LL Cool J, que era um grande sucesso na época.
1990: Marshall leva um tiro de uma gang de seu bairro.
1993: Seu tio Ronnie se suicida no dia 13 de dezembro. Foi um grande choque para o Eminem, ele demorou cinco anos para voltar a falar do assunto. Marshall ficou bem deprimido com esse acontecimento, pois seu tio era seu melhor companheiro.
1995: No dia 25 de dezembro, nasce Hailie Jade Scott, a filha de Eminem com a Kimberly. Essa foi a grande felicidade dos dois, e foi o que manteve o casal junto por um bom tempo.
1996: Eminem começa a trabalhar num restaurante chamado Gilbert's Lodge, em St. Clair Shores. Nesse mesmo ano, Eminem lança o álbum 'Infinite', que vende menos de 1.000 cópias.
1997: Eminem se apresenta no Rap Olympics em Los Angeles. Dr. Dre ouve ele ao vivo pela rádio, e entra em contato com o Slim. Dre pega uma fita demo do Eminem e depois assina um contrato para o Eminem n a gravadora Aftermath, que é do Dr. Dre.
1998: Eminem lança 'The Slim Shady EP' que foi meio que um demo antes de seu primeiro cd comercial. Logo em seguida ele começa a fazer 'The Slim Shady LP', seu primeiro álbum em uma grande gravadora. O primeiro single desse cd foi 'Just Don't Give A Fuck'.
1999: 'The Slim Shady LP' é lançado no dia 23 de fevereiro, nos EUA, o sucesso começa a parecer, e Eminem recebe vários prêmios. 'The Slim Shady LP' fica em 3º lugar da Billboard por várias semanas. Com o sucesso do primeiro cd ele começa a trabalhar no seu segundo álbum.
2000: 'The Marshall Mathers LP' é lançado no dia 23 de maio, nos EUA. Eminem começou a fazer sucesso esse ano aqui no Brasil, com o primeiro single do cd, 'The Real Slim Shady'.
2001: 'Devils Night' (do seu grupo D-12) é lançado no dia 19 de junho, nos EUA. Dia 18 de outubro começam as filmagens para o primeiro filme do rapper, chamado '8 Mile'. Esse ano foi muito turbulento para o Marshall, pois ele ficou lotado de processos.
2002: No dia 26 de maio saiu seu mais esperado álbum, 'The Eminem Show', nos EUA. O cd ia sair no dia 4 de junho mas foi antecipado porque o álbum inteiro vazou na internet bem antes do lançamento. Nesse ano o Eminem lança também o 8 Mile Soundtrack (trilha sonora do filme 8 Mile) no dia 29 de outubro. No dia 8 de novembro estréia 8 Mile nos cinemas americanos.

2003: Eminem ganha 4 troféus no AMA. Lança sua grife de roupa Shady Limited. Eminem ganha 2 Grammys. Ganha 2 prêmios no Brit Awards. Eminem leva Oscar de Melhor Canção, mas não vai à festa. Eminem ganhou prêmios de melhor ator e melhor ator revelação em "8 Mile" no MTV Movie Awards 2003. Eminem produz para 2Pac na trilha sonora de "Tupac: Resurrection".
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Um rapper comum não poderia enfeitar as páginas de Rap Pages, VIBE, Rolling Stone, Spin, The Source, URB e Stress e sair em uma turnê nacional meses antes do álbum de estréia em uma gravadora de nome ser lançado. Então novamente, Eminem não é um rapper comum. Ele é fenomenal.

O lançamento iminente do The Slim Shady LP, o primeiro dele pelo selo Aftermath/Interscope Records, já deixa pessoas do hip-hop underground amaldiçoando a Eminem. Cheio de chocantes travessuras líricas daquelas que ficam eternamente na memória, de um violentamente deformado e ainda vulgar compositor extremamente talentoso, a coleção de 14 faixas contém algumas das letras mais memoráveis e dementes até hoje compostas.

Para Eminem, suas canções potencialmente controversas e indubitavelmente ofensivas golpearão um acorde com uma multidão de fiéis do hip-hop que acreditam que eles têm pouco a perder e tudo a ganhar. "Eu não estou só sentindo o que eu sinto", diz ele. "Eu acredito que muitas pessoas podem compreender minha merda, mesmo sendo branco, preto, não importa. Todo o mundo já esteve em alguma merda, mesmo se é drástico ou não tão drástico. Todo o mundo chega ao ponto de 'I don't give a fuck (eu tô pouco me fudendo)' ".
Essas palavras são mais que apenas um slogan para o natural de Detroit. "Just Don't Give A Fuck" e "Brain Damage" são o duas canções que incluem o single inicial de Eminem em The Slim Shady LP. Cada melodia está pronta para paralisar os ouvintes submissos com suas inexoráveis agressões líricas. Produzido principalmente por colaboradores de longo-tempo FBT Productions, o The Slim Shady LP também é caracterizado por trabalho duro de Dr. Dre. O N.W.A. produziu batidas para "My Name Is" (o segundo single), "Guilty Conscience" e "Role Model".

Dr. Dre ficou impressionado assim depois de ouvir Eminem em um freestyling em uma estação de rádio de Los Angeles, então ele mandou um caçador em busca do rimador de Michigan. Logo depois disso, Dre colocou Eminem no cast da Aftermath e os dois começaram a trabalhar juntos. Completamente impressionado com o álbum "The Slim Shady EP" lançado anteriormente por Eminem em um selo independente, Dre disse que eles incluiriam muitas das faixas do EP no novo álbum.

"Foi uma honra ouvir as palavras saindo da boca de Dre que ele gostou da minha bosta", diz Eminem. "Na adolescência, eu era um dos maiores fãs de N.W.A, de colocar um óculos de sol e olhando no espelho fazer dublagens querendo ser Dr. Dre, ser Ice Cube. Este com certeza é o maior produtor de Hip-Hop".
Mas como muitos outros rappers, a ascensão de Eminem para o estrelato estava longe de ser fácil. Depois de nascer em Kansas City e viajando de um lado para outro entre KC e a área metropolitana de Detroit, Eminem e a mãe dele mudaram-se para o lado leste de Detroit quando ele tinha 12 anos. Trocando de escola a cada dois ou três meses tornando difícil de se fazer amigos, se formar e ficar fora de problemas.

Porém, o rap se tornou o consolo de Eminem. Brigando com colegas de escola no refeitório, trouxe alegria para o que era caso contrário uma existência dolorosa. Apesar dele ser depois expulso da escola e ter tido vários empregos em tempo integral em troca de salário mínimo, o foco musical dele permaneceu constante.
Eminem lançou seu disco de estréia, Infinite, em 1996/1997. Desesperado para entrar na cena Hip-Hop de Motor City, Eminem cantou de tal uma maneira que ele foi acusado de soar como Nas e AZ. "Infinite era eu tentando entender como eu queria que meu estilo de rap fosse, como eu quis soar no microfone e me apresentar", ele recorda. "Era uma fase de crescimento. Eu sentia que o Infinite era como como uma demo que há pouco fora prensada".

Depois de ser desapontado completamente e ferido pela resposta recebida por Infinite, Eminem começou a trabalhar no que vai depois se tornar o The Slim Shady EP - um projeto feito para ele. Caracterizando várias linhas severas sobre personalidades de indústria da música local bem como discursos desviados sobre vida, a seleção pegou rapidamente os ouvidos do mundo underground. "Eu não tinha nada a perder, mas algo para ganhar", Eminem diz daquele ponto na vida dele. "Se eu fizesse um álbum para mim, e era a minha vontade, então eu teria sucesso. Se eu não o fizesse, então meus produtores desistiriam de toda música que tínhamos feito. Eu fiz esse trabalho para que eu gostasse de ouvir, não para os outros. Em The Slim Shady EP, eu chicoteei todo o mundo que falou merda a meu respeito".

Apresentando-se como ele mesmo, Eminem e sua carreira decolaram. Logo após dar uma cópia do álbum Infinite a uma amiga produtora, ela conseguiu ao aspirante um lugar nas Olimpíadas de Rap em Los Angeles em 1997, onde ele ganhou o segundo lugar na competição de freestyling. Durante a viagem, Eminem e o seu empresário, Paul Rosenberg, deram a algumas pessoas da gravadora Interscope Records um demo dele e ele fez sua estréia em uma rádio de renome no Wake Up Show com Sway and Tech. Percebendo que esta era a oportunidade de sua vida, Eminem, proferiu uma mescla furiosa de letras que impressionou os seus anfitriões e toda a audiência da rádio. "Eu sentia como se fosse minha hora de brilhar", Eminem diz daquela performance. "Eu tenho que detonar. Naquele momento, eu sentia que era um caso de vida ou morte".
Eminem gravaria logo o clássico underground "5 Stars Generals". Esta música ajudou-o a se estabelecer no Japão, Nova Iorque e Los Angeles. Isto também lhe ajudaria a ganhar as atenções na turnê inaugural Lyricist Lounge que o levou a palcos da Filadélfia a Los Angeles. Pronto para causar uma tempestade no mundo do hip-hop com sua entonação lírica sem igual e uma produção matadora, Eminem e seu The Slim Shady LP estão certos de ter os seus ouvintes cativados. "Eu digo coisas que eu acho que chocarão as pessoas", ele diz. "Mas eu não faço coisas para chocá-las. Eu não estou tentando para ser o próximo Tupac, mas eu não sei quanto tempo eu vou estar neste planeta. Assim enquanto eu estou aqui, eu posso muito bem fazer a maioria disto ".

Em maio de 2000, foi lançado o The Marshall Mathers LP, o segundo álbum do Eminem depois de virar uma estrela mundial. Segundo ele próprio, "o novo álbum leva o termo 'liberdade de expressão' ao limite". Com letras provocativas, polêmicas e que, em algumas partes, aparentam ser preconceituosas, Eminem chegou à incrível marca de 9 milhões de cópias vendas somente nos Estados Unidos. Para se ter uma idéia, na semana de lançamento foram vendidas mais de 1,700,000 de cópias.

No mesmo ano do lançamento, Eminem ganhou diversos prêmios, sendo a maioria pelo single "The Real Slim Shady", que estourou nas rádio americanas e européias. Entre os prêmios estão 2 grammys e 2 VMA's.
No início de 2001 uma grande polêmica cercava Eminem, grupos de gays e lésbicas faziam protestos e pediam para que a performance de Eminem e Elton John na entrega do Grammy não acontecesse. Tudo por que os homossexuais se sentem ofendidos pelas letras e Eminem, mas nem todos pensam dessa maneira, e Elton John era um desses. Com uma performance excepcional, Eminem e Elton John cantaram a música "Stan" (que se tornaria uma febre aqui no Brasil).

Mesmo com toda essa polêmica em volta dele, Eminem foi o maior vencedor da premiação com 3 prêmios. Uma semana depois Slim foi até a Grã-Bretanha fazer uma performance na entrega do Brit Awards, uma das premiações mais importantes da Europa. Após se apresentar cantando I'm Back e The Real Slim Shady, Eminem recebeu o prêmio de melhor artista internacional das mãos de... Adivinhem quem... Elton John.
No mês de junho do mesmo ano, foi lançado o primeiro álbum do D12, grupo do Eminem. Marshall participou de diversas músicas, incluindo o single de estréia "Purple Pills". Além de cantar, Eminem foi quem produziu o álbum, o primeiro do selo Shady Records, cedido ao Eminem por sua gravadora.

O ano de 2002 foi e vai ser de muito sucesso para o rapper. No primeiro semestre foi lançado seu mais recente disco: "The Eminem Show". E para não perder o costume, o álbum vendeu que nem água no deserto. Foi o CD mais bem sucedido do ano, pelo menos até agora, com cerca de 5 milhões de cópias vendidas apenas nos Estados Unidos. O primeiro single, "Without Me", fez um sucesso tremendo aqui no Brasil, conseguindo alcançar o primeiro lugar no topo da parada brasileira, feito nunca antes conseguido pelo rapper aqui. Ao mesmo tempo, o clipe da música alcançava o primeiro lugar na televisão. No VMA 2002, o clipe ganhou 4 prêmios, incluindo o de melhor do ano. O álbum, como o Dr. Dre disse, "mostra como o Eminem cresceu e ficou mais maduro".

Dia 8 de novembro de 2002 é uma data histórica para Marshall Mathers. É o dia do lançamento de seu primeiro filme onde ele atua como protagonista. "8 Mile" se passa em Detroit e é baseado na vida do rapper, não sendo, no entanto, um biografia. É a história de Jimmy, um branco que quer se tornar um rapper reconhecido por todos. A trilha sonora contém músicas do próprio Eminem, artistas da Shady Records e outros.

O lançamento de seu primeiro filme onde ele faz o papel principal, 8 Mile, foi um grande sucesso nos Estados Unidos. O filme faturou no primeiro fim de semana cerca de 55 milhões de dólares, mantendo-se no topo da lista por duas semanas consecutivas. No Brasil, o filme estreiou em março de 2003 conseguindo alcançar o 3º lugar na lista dos mais assistidos, um grande feito para um filme estrelado por um astro da música. Filmes de cantoras comos Mariah Carey e Britney Spears não chegaram nem a ficar entre os 5 mais assistidos. Além da boa recepção do público em geral, '8 Mile' também teve uma ótima aceitação entre os críticos. A atuação de Eminem no papel de 'Jimmy' foi muito elogiada.

Nos Grammys de 2003, Eminem foi indicado para 5 categorias [Gravação do ano (Without Me), Álbum do ano (The Eminem Show), Melhor performance masculina de rap (Without Me), Melhor álbum de rap (The Eminem Show) e Melhor forma curta de vídeo clipe (Without Me)]. Na festa ele saiu com dois prêmios, o de Melhor Álbum de Rap e o de Melhor Videoclipe. No decorres da cerimônia ele se apresentou com a banda The Roots, fazendo a performance da música 'Lose Yourself', trilha sonora de seu filme e que foi indicada (e ganhou) ao Oscar de Canção Original.

Concorrendo com grandes artistas como U2 e Caetano Veloso, Eminem supreendou a todos e levou o Oscar de Canção Original pra casa pela música 'Lose Yourself', do filme '8 Mile'. O rapper não se apresentou na cerimômia pelo motivo de a academia ter feito um pedido para o Eminem que ele cantasse uma 'versão família' da música, pois o evento iria ser assistido por milhões de crianças e familiares. Eminem recusou dizendo que se ele foi nomeado pela música, tem que cantar ela da forma original. No final das contas ele não apareceu na cerimônia e Luis Resto (co-produtor da música) recebeu o prêmio por ele.

Antes disso, no dia de 6 de fevereiro de 2003 foi lançado nos Estados Unidos o álbum 'Get Rich or Die Trying', de 50 Cent, um dos artistas da Shady Records (selo do Eminem). O álbum vendeu quase 600 mil cópias apenas nos primeiros dias, permanecendo no topo da Billboard por várias semanas, assim como o primeiro single do álbum, 'In Da Club'. Neste ano também se acirraram a briga entre Eminem e Benzino, rapper e um dos donos da revista The Sauce. Além dessa rixa, também nasceu (por causa do 50 Cent) a briga com o rapper Ja Rule. Ou seja, Shady Records vs. Murder Inc.


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28/06/2004 15:33
VOCÊ LERá ALGUNS RELATOS SOBRE KURT COBAIN ANTES DA FAMA...

Kurt Cobain
Um dia de inverno, 20 de fevereiro de1967.
local: Aberdeen, uma pequena cidade hospedeira próximo a Seattle na costa Noroeste dos EUA, onde Kurt Donald Cobain nasceu.
Ele era um garoto normal, de classe média baixa. Tudo parecia muito fácil no ínicio da vida do rapaz para que se pudesse retratar um futuro solitário e complicado.
Kurt era diferente no meio de seus colegas de escola em Aberdeen e
isso ficou comprovado quando ele escolheu pintura em vez de esporte. Mas a pintura não servia para provar o tamanho de seus talentos criativos, estando muito longe disso. Ele demonstrava-se fortes aspirações a tornar-se uma estrela do rock desde muito cedo sonhava em ser um músico popdesde os 12 anos.

Um estranho relato é que o primeiro disco que Kurt comprou quando tinha apenas 8 anos, era o clássico de Terry Jacks, chamado Seasons in the Sun! Mas logo os gostos mudaram e assim que o punk chegou as paradas ele seguiu as aventuras do Sex Pistols com grande interesse, ainda que de uma distância segura. Na adolescência ele se inpirava ao som dos Beatles, principalmente John Lennon.

Aos 9 anos seus pais se separaram algo com que muitas crianças de hoje tem que lidar mas o que o abateu profundamente. Depois de sua estadia doentia com o pai Kurt voltou a viver com a mãe Wendy. Mas Kurt tornaria-se um garoto introvertido e sem auto-confiançaque era muito inseguro sobre sua sexualidade.

A saúde de Kurt era outro ponto que precisava de apoio. Ele sofria de intensas dores de estômago, as quais nunca foram propriamente diagnosticadas que eventualmente impediam o Nirvana de viajar na turnê de Nevermind. Um escritor sugeriu que essas dores poderiam ter sido causadas para punir os intestinos de Kurt com todas aquelas pílulas tomadas juntamente com os mais nojentos remédios para tosse que existem. Como se nada disso fosse suficiente ele teve crises agudas de bronquite enquanto era criança e possuía uma leve curvatura em suas costas... que mais tarde piorou por causa do peso da guitarra.

O primeiro disco punk que Kurt ouviu foi Sndinista, do The Clash, que ele pegou emprestado na Biblioteca local. Sua reação inicial foi completamente desfavorável uma vez que nada se parecia com os Beatles, ele provavelmente inspirou suas primeiras atitudes em caras como Rotten , Vicious e outros, mas a primeira música punk de verdade que Kurt ouviu veio do Black Flag - banda a qual ele achava muito macho, apesar da vulnerabilidade interior de Henry Rollins-, Flipper, Stooges e Scrath Acid. Mais tarde ele expandiria seus conhecimentos com Young Marble Giants, Jad Fair e as garotas do Raincoats. Está última, foi denominada por ele como banda de apoio dos sonhos, tendo redescoberto seu primeiro LP Rough Trade, que estava perdido desde os dias de Aberdeen, Kurt declarou que este disco significava mais para ele do que seu primeiro milhão.

De volta à Aberdeen pichar obscenidades nos muros da cidade era o ponto mais importante da semana e a música era sua passagemsem volta para longe da difícil realidade.

Kurt parecia ter aceito o inevitável fato de que teria que ficar na frente de multidões ainda que a atenção do público não fosse algo que ele realmente ambiciava. Os trabalhos de Kurt ao longo de sua vida incluíam o de limpar lareiras de um hotel. Aos 18 anos Kurt trabalhou como salva vidas no YMCA durante as férias de verão, atingindo um grau inesperado de sucesso. Ele acabou ensinando nada menos do que 30 crianças a nadar a fazer sanduíches de pasta de amendoim e a ter boas maneiras.





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27/06/2004 17:37
Essa é a biografia de cada integrante da banda SEPULTURA!!!

DERRICK GREEN

. Nome Completo: Derrick Leon Green
. Data de nascimento: 20.Jan.1971
. Local de nascimento: Cleveland, OHIO - EUA
. VOCÊ TEM ALGUMA COLEÇÃO?
Revistas em quadrinhos
. QUAL SEU PASSATEMPO?
Boliche/ Jogos de Computador
. VOCÊ É UMA PESSOA RELIGIOSA?
Sim
. ONDE VOCÊ GOSTA DE ESTAR?
Em casa
. TEM ALGUM OUTRO EMPREGO? PROJETO SOLO? TOCA EM OUTRA BANDA?
Rhythmic Breathing - Respiração rítmica
. QUEM É SEU ÍDOLO?
Não acredito em ídolos
. FAVORITOS...
Esporte: Basquete e futebol
Time: NY Knicks e Palmeiras
Bebida: Água
Comida: sem carne / sem frango / sem peixe / Boca Burgers
Filme: Midnight Cowboy (Perdidos na noite)
Desenhos: The Preacher
Livros: Blood Meridian
Lugar: Amsterdam
Banda: Não tenho uma favorita. Minhas preferidas são Sabbath, Bad Brains, Jimi Hendrix.
Música: Se fosse escolher uma provavelmente seria Hardcore/metal
Video clipe: Refused/ New Noise
Disco: Cro Mags -Age of Quarrel
Música do Sepultura: Todas, está sempre mudando
Disco do Sepultura: Against
. PRIMEIRO...
Instrumento que tocou: Piano
Disco que comprou: Rush/ Moving Pictures
Show que você foi: Acho que foi Cro-Mags
Show do Sepultura que você tocou: Em LA como Troops of Doom
. MELHOR...
Show do Sepultura: Rock in Rio 3
Turnê: Com o Outface pela Europa
Banda em turnê: Slayer
Público: Todos
. PIOR...
Show do Sepultura: Em São Paulo com o Metallica
. COM QUEM GOSTARIA DE SAIR EM TURNÊ?
Keelhaul
. COM QUEM GOSTARIA DE TRABALHAR EM ESTÚDIO?
Asian Dub Foundation
. QUAL FOI A MAIOR EMOÇÃO QUE TEVE NA CARREIRA?
Ter sido aceito na banda.
. QUAL FOI A SITUAÇÃO MAIS EMBARAÇOSA QUE PASSOU?
Ter caído de cara, quando eu era bem jovem, enquanto eu tentava impressionar uma garota que estava patinando no gelo. Veio ambulância e tinha sangue por todo o lugar.
. COMO VOCÊ CRIA AS MÚSICAS?
Deixando fluir.
. COMO VOCÊ ENTROU NA BANDA?
Pela gravadora, mandei uma fita demo, eles gostaram, eu vim pro Brasil e conheci a banda, em fevereiro de 98.

ANDREAS KISSER

Nome Completo: Andreas Rudolf Kisser
. Data de nascimento: 24.Ago.1968
. Local de nascimento: São Bernardo do Campo, SP - BRASIL
ESPOSA
. Nome: Patricia Perissinotto Kisser
. Nascimento: 02.Julho
. Natural de: São Paulo, SP - BRASIL
FILHOS
. Nome: Giulia Kisser
. Nascimento: 01.Maio.1995
. Natural de: São Paulo, SP - BRASIL
. Nome: Yohan Kisser
. Nascimento: 12.Out.1997
. Natural de: Scottsdale, AZ - EUA
. VOCÊ TEM ALGUMA COLEÇÃO?
Coisas de futebol, camisas, revistas, pôsteres, cartões.
. QUAL SEU PASSATEMPO?
Ficar em casa com minha família
. VOCÊ É UMA PESSOA RELIGIOSA?
Eu creio em Respeito
. ONDE VOCÊ GOSTA DE ESTAR?
Quando estou com amigos o lugar não importa
. TEM ALGUM OUTRO EMPREGO? PROJETO SOLO? TOCA EM OUTRA BANDA?
Trilhas sonoras de filmes ('No Coração dos Deuses', 'Belini e a Esfinge' e mais virão).
. QUEM É SEU ÍDOLO?
Na música - Randy Rhoads, na História - Albert Einstein, nos Esportes - Raí.
. FAVORITOS...
Esporte: Futebol
Time: São Paulo Futebol Clube
Bebida: Cerveja
Comida: Todas, especialmente japonesa, brasileira, italiana, alemã, etc.
Filme: O Resgate do Soldado Ryan/ Guerra nas Estrelas - todos eles
Desenhos: Hanna-Barbera
Livros: Biografias/ Livros sobre a Segunda Guerra
Lugar: minha casa
Banda: Black Sabbath, Metallica.
Video clipe: Synchronicity - The Police
Disco: 'Diary of a Madman' do Ozzy com o Randy Rhoads, 'Master of Puppets' do Metallica, 'A night at the opera' do Queen.
Música do Sepultura: Ways of Faith
Disco do Sepultura: É difícil de dizer, mas o Roots é um disco muito bom, Roots Bloody Roots, Attitude, Itsári. O Against também é muito bom.
. PRIMEIRO...
Instrumento que tocou: Violão
Disco que comprou: A night at the Opera- Queen
Show que você foi: Kiss no Brasil, 82/83, e foi muito bom.
Show do Sepultura que você assistiu: Turnê do Morbid Visions - Santa Isabel- São Paulo
Show do Sepultura que você tocou: Foi em Caruaru, no Pernambuco, acho que foi em maio de 1987. Ainda não tínhamos gravado o Schizophrenia. Fomos pra lá de ônibus, 48 horas pra ir e 48 pra voltar. Tocamos em Caruaru, Recife e Campina Grande. Foi minha primeira mini- turnê com o SEPULTURA.
Show internacional do Sepultura: Viena, Áustria, em setembro de 1989 abrindo pro Sodom. Foi muito legal ver um monte de gente de camiseta do SEPULTURA, aquilo a gente não esperava, muita gente conhecia o Beneath the Remains e cantava junto.
. MELHOR...
Show do Sepultura: A vez que a gente estava abrindo pro Pantera durante a Copa, 17/jul/1994, no dia da final. O Rock in Rio em 1991 também, quando tocamos com o Guns n’ Roses, Megadeth, Quensriche, Judas Priest, foram todos muito bons.
Turnê: A melhor turnê foi a do Arise (91/92), do começo ao fim, visitamos a Indonésia, Rússia, Europa, Brasil, um monte de lugares pela primeira vez, foi maravilhoso.
Bandas em turne: Ozzy, Pantera, Sacred Reich, a "New Titans on the Block" com Napalm Death, Sick of it All, foi em 92 acho, durante a turnê do Arise.
Público: México, Argentina, Brasil
Música para tocar ao vivo: todas
. COM QUEM GOSTARIA DE SAIR EM TURNÊ?
U2
. COM QUEM GOSTARIA DE TRABALHAR EM ESTÚDIO?
Com alguém que a gente se entendesse bem, ninguém em especial.
. QUAL FOI A MAIOR EMOÇÃO QUE TEVE NA CARREIRA?
Teve um monte. Uma foi o show no Pacaembu, em 1991 que a MTV gravou e virou o vídeo de Orgasmatron e que ganhou o VMAS da MTV, então fomos pra LA assistir a premiação no Universal Studios, onde tocaram o Van Halen e o Metallica, e foi quando conheci o Jason Newsted. Tocar na Rússia e na Indonésia pra 40.000 pessoas que foram só ver o SEPULTURA. A festa de lançamento do Chaos AD no castelo foi bem legal, com capoeira e candomblé.
. QUE OCASIÃO DEVE SER SEMPRE LEMBRADA?
Toda a carreira do SEPULTURA.
. INFLUÊNCIAS EM CADA DISCO:
No começo era só Death Metal, Kreator, Venom etc. Quando eu entrei na banda trouxe umas influências Heavy Metal , como Dio e Ozzy, e misturou isso ao Hardcore que todo mundo sempre ouviu como Dead Kennedys, Suicidal. No Schizophrenia bandas como Testament, Sacrifice. Arise and Beneath the Remains foi mais Slayer e tal. No Chaos AD a gente começou a ser influenciado por coisas mais brasileiras, batucada e um estilo próprio. E o Roots explodiram influências de todos os lados.
Against - tudo que acontecia fora da música influenciou, foi uma fase muito difícil das nossas vidas e a música soa injuriada, do mesmo jeito que a gente se sentia na época.
Nation - a idéia toda de criar uma nova nação foi a principal influencia em tudo: letras, arte, música, etc. O conceito era muito rico.
. COMO VOCÊ CRIA AS MÚSICAS?
Fazemos as músicas ensaiando, todos juntos dando idéias. Ás vezes eu gravo umas idéias numa mesinha e a gente as trabalha. Basicamente é tocando e testando até ficar de um jeito que todo mundo goste.
. COMO VOCÊ ENTROU NA BANDA?
Eu conheci os caras em 1987, quando fui pra BH e vi um ensaio ainda com o Jairo, um mês depois ele saiu e eu entrei. Eu tinha tocado umas músicas como Destruction, Kreator com eles e gostaram do meu jeito e me chamaram.

IGOR CAVALERA
. Nome Completo: Igor Graziano Cavalera
. Data de nascimento: 04.Set.1970
. Local de nascimento: Belo Horizonte, MG - BRASIL
ESPOSA
. Nome: Monika Bass Cavalera
. Nascimento: 23.Agosto
. Natural de: Santo André, SP - BRASIL
FILHOS
. Nome: Joanna Bass Cavalera
. Nascimento: 07.Nov.1996
. Natural de: São Paulo, SP - BRASIL

. Nome: Raissa Bass Cavalera
. Nascimento: 26.Abril.2000
. Natural de: São Paulo, SP - BRASIL

. Nome: Iccaro Bass Cavalera
. Nascimento: 23.Novembro.2002
. Natural de: São Paulo, SP - BRASIL
. QUAL SEU BICHO DE ESTIMCÃO?
2 cães, Neguzinho e Boo-Yaa
. VOCÊ TEM ALGUMA COLEÇÃO?
Brinquedos, Camisas de Futebol
. QUAL SEU PASSATEMPO?
Jiu-jitsu, Snowboard, Surfe, desenho e zombar o Paulo.
. VOCÊ É UMA PESSOA RELIGIOSA?
Não muito
. ONDE VOCÊ GOSTA DE ESTAR?
Com a minha família
. QUEM É SEU ÍDOLO?
Graziano Cavalera
. FAVORITOS...
Time: Palmeiras "o mais fudido!!!"
Bebida: Guaraná, água, Água Calpis, Yakult, Sucos Jamba
Comida: Brasileira e Italiana
Banda: Dead Kennedys, Black Sabbath, Bad Brains
Música: The Wizard do Black Sabbath
Disco: Age of Quarrel do Cro-Mags
Música do Sepultura: Roots Bloody Roots
Disco do Sepultura: Roots
. PRIMEIRO...
Disco que comprou: Kiss Alive
Show que você foi: Queen, 1981 em São Paulo
Show do Sepultura que você tocou: no Clube Barroliche em BH por volta de 1984
Show internacional do Sepultura: Viena, Áustria abrindo pro Sodom em 89, vários fãs do Sepultura, a gente ficou doido!
. MELHOR...
Show do Sepultura: Rock in Rio e na final da Copa do Mundo com o Pantera
Turnê: A última pela Europa e SEPULTURA com Ramones no Brasil
Banda em turnê: Clutch, Strife, RxDxPx, Pantera, Biohazard
. PIOR...
Público: Roterdam, Holanda 1989
. COM QUEM GOSTARIA DE SAIR EM TURNÊ?
Dead Can Dance, Slayer, Black Sabbath
. COM QUEM GOSTARIA DE TRABALHAR EM ESTÚDIO?
Os produtores Dust Brothers e com o John Zorn
. QUAL FOI A MAIOR EMOÇÃO QUE TEVE NA CARREIRA?
Tocar com a tribo Xavante.
. QUE OCASIÃO DEVE SER SEMPRE LEMBRADA?
Todas!!
. INFLUÊNCIAS EM CADA DISCO:
Black Metal, Thrash Metal, Hard Core, Punk, Música Tribal, Industrial, World Music, RAP, etc.
. COMO VOCÊ CRIA AS MÚSICAS?
Ficando trancado num canto com os outros caras e tocando!
. BREVE LISTA DE EQUIPAMENTO:
Baquetas Vic-Firth, pratos Zildjan, bateria Pearl, pedais Axxis, pads e triggers Staff Drum, percussão Baver.
. RELATE TODAS AS FORMAÇÕES/MEMBROS QUE O SEPULTURA TEVE:
Ale Caveira, Beto Pinga, Gato, Dr Julio, Jairo, Roberto Ufo.
PAULO JR.
Nome Completo: Paulo Xisto Pinto Junior
. Data de nascimento: 30.Abril.1969
. Local de nascimento: Belo Horizonte, MG - BRASIL
. QUAL SEU BICHO DE ESTIMCÃO?
1 cão, Chow-chow, chamado Adam
. VOCÊ TEM ALGUMA COLEÇÃO?
Instrumentos, coisas do SEPULTURA (entrevistas, fotos, essas coisas...), toda porcaria que dã pra colecionar eu coleciono.
. QUAL SEU PASSATEMPO?
Jiu-jitsu, eu praticava aeromodelismo, ainda tenho alguns aviões e um autorama, mas faz muito tempo que eu não brinco com eles.
. VOCÊ É UMA PESSOA RELIGIOSA?
Sempre
. ONDE VOCÊ GOSTA DE ESTAR?
Qualquer lugar legal com amigos
. TEM ALGUM OUTRO EMPREGO? PROJETO SOLO? TOCA EM OUTRA BANDA?
Não. Não. Banda do Napa.
. FAVORITOS...
Esporte: Gracie Jiu-Jitsu
Time: Atlético Mineiro
Bebida: Cerveja e água. A cerveja pra chapar e a água pra limpar no dia seguinte
Comida: Sem dúvida brasileira e japonesa
Filme: O Senhor dos Anéis
Desenhos: Warner bros.
Livros: Agora eu estou lendo O Senhor dos Anéis
Lugar: Belo Horizonte
Banda: Tem um monte. Uma delas é o Rush. E o Iron Maiden. Mas ultimamente eu tenho escutado de tudo.
Música: Impossível dizer, não tem só uma
Vídeo clipe: ainda está por vir
Disco: ainda está por vir
Música/Disco do Sepultura: Tocando, é difícil de dizer, cada disco tem alguma coisa especial. Atualmente meu disco favorito é o AGAINST, porque depois de todas as mudanças pelas quais a banda passou, a gente se manteve em pé, fazendo o que a gente sempre fez e testando coisas novas. O lance com o KODO foi ótimo. O lance com os Xavantes, está tudo ligado.
. PRIMEIRO...
Instrumento que tocou: só o baixo
Disco que comprou: Kiss - Destroyer
Show que você foi: Acho que foi do Overdose, mas o primeiro show grande eu não lembro
Show do Sepultura que você tocou: Foi no Ideal Clube, em Santa Teresa, BH. Se não me engano foi 30.Mar.1985.
Show internacional do Sepultura: Foi em Viena, Áustria, 1989. Foi um show bem legal. Todo mundo estava um pouco nervoso e com medo. A gente se preocupava em tocar todos os dias, coisa que nunca tínhamos feito, mas depois de uma semana tocando todo dia descobrimos que era melhor do que tocar só no fim-de-semana ou quando tinha oportunidade. Foi legal e foi inesquecível por ter sido o primeiro show fora do Brasil da carreira. E estávamos muito ansiosos para tocar fora do país pela primeira vez.
. MELHOR...
Show do Sepultura: É difícil responder, a maioria dos shows foram bons. Mas um especial foi esse primeiro fora do Brasil, outro foi em 1992 com o Black Sabbath na re-união da banda, o Rock in Rio, o Hollywood Rock. Mas agora o melhor é a Turnê Brasileira. Finalmente está acontecendo!!
Turnê: Todas foram boas, difícil pegar uma. A primeira foi legal porque viajamos pra fora do Brasil pela primeira e foi uma zona. Apesar do relacionamento ruim com o Max no final de 1996, a turnê do Roots foi muito importante, porque tocamos mais músicas e foi bom. A turnê com o Pantera foi legal, a com o Ozzy foi bem legal, a com o Ministry foi legal, várias delas foram boas.
Banda em turnê: Nós tocamos com um monte de gente, Pantera, Biohazard e todo mundo foi legal. O pessoal do Ozzy, o Helmet, tem tanta gente que agora eu nem me lembro, Clutch, Sick of it All, Napalm Death, Sacred Reich. Na maioria das bandas os caras são gente boa, sempre dá pra se relacionar bem com as outras bandas.
. COM QUEM GOSTARIA DE SAIR EM TURNÊ?
Com os meus ídolos.
. COM QUEM GOSTARIA DE TRABALHAR EM ESTÚDIO?
Não sei. Eu estou satisfeito com o trabalho que a gente fez junto ao Howard Benson nesse disco novo. Acho que todo mundo achou que foi uma boa experiência. Cada disco é único, numa fase diferente, com idéias diferentes. Pode ser que no próximo disco vai ser alguém diferente, quem sabe. Foi muito legal o que a gente fez com o Jason Newsted no estúdio dele em São Francisco. Ainda temos muito que fazer.
. QUAL FOI A MAIOR EMOÇÃO QUE TEVE NA CARREIRA?
Muitas coisas. É importante lembrar o dia que conseguimos o contrato com uma gravadora internacional. O primeiro dia que tocamos fora do Brasil. O dia que tocamos com o Sabbath, que foi a primeira reunião dos membros originais da banda depois de muito tempo. O show gratuito na Praça Charles Muller com quase 40.000 pessoas é importante também. Músicos que você sempre adorou desde seus 13, 14 anos de idade, hoje vêm até você e conversam no mesmo nível e mostram que respeitam seu trabalho, que te elogiam, isso também é parte da carreira.
. QUE OCASIÃO DEVE SER SEMPRE LEMBRADA?
Também tem um monte. O lance com os Xavantes nós vamos lembrar sempre, porque foi muito diferente de tudo. O lance com o KODO também foi diferente e marcou. O trabalho com o Jason vai estar marcado também, ele queria gravar conosco já havia muito tempo, porque ele sempre gostou da banda. E tem muito mais.
. INFLUÊNCIAS EM CADA DISCO:
No começo era mais Death Metal, Venom, e a cada disco a coisa foi ficando mais ampla. Hoje em dia até Falcão está valendo como influência, agora é mais aberto. É lógico que há anos atrás era tudo mais Metal, mas a gente estava sempre ouvindo outros estilos de música, aprendendo e sendo influenciados por outras coisas também.
. COMO VOCÊ CRIA AS MÚSICAS?
Normalmente a música acontece nos ensaios, tocando, as idéias vão surgindo, nós gravamos em alguma fita, ouvimos, mudamos. O que é utilizável fica, o que não é jogamos fora. Não tem segredo, é só tocar. No Against muita coisa foi gravada nos ensaios, foi mudando, fizemos várias demos buscando todas as opções possíveis na época até chegarmos às conclusões que chegamos. Mas tocar é tudo.
. COMO VOCÊ ENTROU NA BANDA?
Foi por volta de, se não me engano, 17.Ago.1984. O Max e o Igor, em Santa Teresa, em uma praça perto de casa, acontecia uma feira hippie onde o povo se encontrava. A gente tinha um amigo em comum e começamos a sair junto, depois eu entrei na banda.

(JÁ Q ESSA MERDA NAUM POSTA MAIS FOTO ENTÃO VAI SÓ ESCRITA)
enviada por R3T4RD4D0_DE_PL4NT4O



26/06/2004 23:03
Essa é a letra da musica SURFACING da banda Slipknot!!!

This song is your new
national fucking anthem
This song is called SURFACING!

LET ME SEE YOUR FUCKING HANDS
Fuck you all!

Running out of ways to run
I can't see, I can't be
Over and over and under my skin
All this attention is DOING ME IN!

FUCK IT ALL! FUCK THIS WORLD!
FUCK EVERYTHING THAT YOU STAND FOR!
DON'T BELONG! DON'T EXIST!
DON'T GIVE A SHIT!
DON'T EVER JUDGE ME!

Picking through the parts exposed
Taking shape, taking shag
Over and over and under my skin
All this attention is DOING ME IN!

FUCK IT ALL! FUCK THIS WORLD!
FUCK EVERYTHING THAT YOU STAND FOR!
DON'T BELONG! DON'T EXIST!
DON'T GIVE A SHIT!
DON'T EVER JUDGE ME!

You got all my love, livin' in your own hate
Drippin' hole man, hard step, no fate
Show you nuthin', but I ain't holdin' back
Every damn word I say is a sneak attack
When I get my hands on you
Ain't a fucking thing you can do
Get this cuz you're never gonna get me
I am the very disease you pretend to be

I am the push that makes you move

A letra da musica foiretirada do site:

http://www.hell_of_thay666v2.blogger.com.br/
enviada por R3T4RD4D0_DE_PL4NT4O



02/06/2004 13:33


enviada por R3T4RD4D0_DE_PL4NT4O



19/04/2004 19:52
AI GALERA CONSEGUI A TRADUÇÃO DA CARTA DO KURT COM UMA AMIGA MINHA (RENATA VALEU MEMO)...

Para Boddah(Amigo imaginário que Kurt tinha quando era pequeno)

"Falando da língua de um simplório experiente que obviamente preferiria ser um eliminado, infantil e chorão. Este bilhete deve ser fácil de entender.

Todas as advertências dadas nas aulas de punk rock ao longo dos anos, desde a minha primeira introdução a, digamos assim, éticas envolvendo independência a aceitação de sua comunidade provaram ser verdadeiras. Há muitos anos eu não tenho sentido a excitação de ouvir ou fazer música, bem como ao ler e escrever. Minha culpa por isso é indescritível em palavras.

Por exemplo quando estou atrás do palco e as luzes apagam e o ruído maníaco da multidão começa, não me afeta do jeito que afetava Freddy Merucury que costumava amar, se deliciar com a adoração da multidão que é algo que eu totalmente admiro e invejo. O fato é que eu não posso fazer você de tolo, nenhum de vocês, posso enganar. Simplesmente não é justo a você ou para mim. O pior crime do que eu posso imaginar seria enganar as pessoas sendo falso e fingindo como se eu estivesse me divertindo 100%.

Às vezes eu acho que eu deveria acionar um despertador antes de entrar no palco. Eu tentei tudo dentro de meu alcance para gostar disso(e eu gosto, Deus, acredite em mim eu gosto, mas não foi o suficiente). Eu aprecio o fato de que eu e nós atingimos e divertimos muitas pessoas. Eu devo ser um desses narcisistas que só dão valor as coisas quando elas se vão. Eu sou sensível demais. Preciso ficar um pouco dormente para ter de volta o entusiasmo que eu tinha quando criança.

Nossas últimas três turnês, tive um reconhecimento por parte de todas as pessoas que conheci pessoalmente e dos fãs de nossa música, mas eu ainda não consigo superar a frustração, a culpa e a empatia que eu tenho por todos. Existe o bom em todos nós e acho que eu simplesmente amo as pessoas demais, tanto que chego a me sentir mal. O triste, o sensível, insatisfeito, pisciano, pequeno homem de Jesus. Por que você simplesmente não aproveita? Eu não sei!

Eu tenho uma esposa que é uma deusa, que transpira ambição e empatia, e uma filha que me recordam muito do que eu era, cheio de amor e alegria, beijando toda pessoa que ela encontra porque todo o mundo é bom e não a fará nenhum dano. E isso me apavora ao ponto de eu mal conseguir funcionar. Eu não posso ficar com a idéia de Frances se tornar o triste, o autodestrutivo e mórbido roqueiro que eu virei. Eu tive muito, muito mesmo, e eu sou grato por isso, mas desde os sete anos , passei a ter ódio de todos os todos os humanos em geral. Apenas por que eu amo e sinto demais por todas as pessoas, eu acho.

Obrigado do fundo de meu nauseado estômago queimando por suas cartas e sua preocupação ao longo dos anos. Eu sou mesmo um bebê errático e triste! Não tenho mais a paixão, então lembrem, é melhor queimar do que se apagar aos poucos.
Paz, Amor, Empatia.

Kurt Cobain

Frances e Courtney, eu estarei em seu altar.
Por favor vá em frente Courtney, por Frances.
Por sua vida, que vai ser mais feliz sem mim.
EU TE AMO, EU TE AMO!
enviada por R3T4RD4D0_DE_PL4NT4O



14/04/2004 14:41
porra galera faz mó kra q eu num comento mas as coisas tão brava pq essa porra num tah quereno dexa eu posta entaum eu vo fala e olha q eu num so baum naum.....
em primeiro lugar eu ia posta umas fotos do kurt cobain mais naum deu entaum jah era + mudando d assunto eu quero manda um bejo pra thaiza, yana, marcela, faury e todas as outras vcs sabem q podem conta comigo ...... mas naum liga naum pq eu sou meio retardado e fiquei mais desde q bati a cabeça mais agora tenhu q i vo pra minha escola joga um futibol .....falow ........
enviada por R3T4RD4D0_DE_PL4NT4O



01/02/2004 11:09
Sid Wilson

Número: 0 (zero)
Máscara: usa uma máscara de gás
SlipKnoT: DJ
Data de nascimento: 1978 (é o integrante mais novo da banda)
Destaques: no palco é um grande rival do percussionista Shawn. Apesar de saber que sempre perde do palhaço nas brigas, ele se diverte fazendo isso. Diz que a máscara faz com que ele, muitas vezes, não saiba o que está ao seu redor e por isso os shows se tornam verdadeiras alucinações, principalmente na hora de "brigar" com Shawn.
Equipamentos:
2 Technics SL1200MKII Turntables
Sony MDR-V700DJ Headphones
Rane 10" TTM54 Mixer
Roland DJ1000 10" Mixer
Shure SC35C needles

Joey Jordison

Número: 1 (um)
Máscara: usa uma máscara kabuki-japonêsa branca, bastante simples e sem expressão. Durante o Ozzfest de 99, Joey fez algumas pinturas que deram mais vida à sua máscara.
SlipKnoT: bateria
Data de nascimento: 26 de abril de 1975
Destaques: baixinho e falador, o baterista do SlipKnoT diz que a falta de expressão da sua máscara combina com ele. Não importa se ele está alegre ou puto da vida... ninguém saberá que sentimento está por de trás dela. Não gosta de brigas por causa da sua altura. Admira muito Ross Robinson e diz que o cara é completamente louco. Joey diz que durante as gravações do álbum, Ross jogou um vaso nele. O vaso acabou acertando a parede e os pedaços se expalharam por toda parte... tinha pedaços do vaso até na sua boca. Escolheu o número 1 pois esse número significa "começo" e na maioria das vezes é ele que coloca o primeiro tijolo para iniciar a construção das músicas.
Equipamentos:
Drums...
Pearl Masters Custom Color: Piano Black
Orange County Custom Color: Metallic Pearl
Orange County Custom Color: Dark Blue

Cymbols...
Joey uses Zildjian cymbals. 6" ZIL-BEL
19" Z Custom Crash
17" Avedis Rock Crash
20" Avedis Rock Ride
8" Avedis Splash
16" Sabian AA Chinese. Used to be 16" Avedis China Boy Low.
14" Avedis Rock Hi-Hats Brilliant

Hardware...
Gibraltar GPR-550 Tube Rack System with GPR-150 extensions
Tama Iron Cobra HP900PTW Power Glide Double Bass Pedal with rubber beaters
Tama Iron Cobra HH805 Velo Glide Hi-Hat Stand
Pearl and/or Tama Stands.

Drumheads...
Bass Drum Batter: Remo PowerStroke 3
Bass Drum Resonant: Remo PowerStroke 3 Ebony
Tom Batter and Resonant: Evans Genera G1
Snare Drum Batter: Remo Weatherking Ambassador Coated

Sticks...
Easton Ahead 5B Drumsticks

Paul Gray

Número: 2 (dois)
Máscara: usa uma máscara de porco
SlipKnoT: baixo
Data de nascimento: 08 de abril de 1972
Destaques: é o co-fundador da banda juntamente com Shawn. Diz que a máscara de porco combina com a sua personalidade indulgente. É o único integrante da banda que não morava no estado de Iowa; na verdade Paul é de Los Angeles-Califónia e nunca entendeu o motivo de sempre estar voltando para Des Moines. Shawn diz que algo grande aguardava Paul em nessa cidade... e todos já sabemos o que era.
Equipamentos:
Warwick Corvette Standard 4 String Bass
Carvin R1000 Bass Amp Head
Ampeg SVT-810E 8X10" Speaker Cabinet

Chris Fehn

Número: 3 (três)
Máscara: usa uma máscara de Pinocchio branca com um zíper na boca
SlipKnoT: percussão
Data de nascimento: 24 de fevereiro de 1972
Destaques: Chris confessa ser uma pessoa extremamente brincalhona. Foi influênciado por bateristas como Igor Cavalera e Dave Lombardo. Jura que viu OVNIs em Indigo Ranch. Diz que a máscara reflete a sua personalidade cômica. Diz também que a máscara é quente, apertada e dói muito usá-la... mas isso acaba influênciando na sua agressividade.
Equipamentos:
Chris uses custom titanium drums that were made by Shawn. They are set up the same way as Shawn's are.

Drums...
2 Mount Toms
1 Floor Tom
1 Bass Drum, set up like the floor tom
1 Anheiser-Busch Beer Keg

Sticks...
Vater Hammer sticks

James Root

Número: 4 (quatro)
Máscara: como ele mesmo diz, sua máscara é uma monstruosidade, é um psicótico
SlipKnoT: guitarra
Data de nascimento: 02 de outubro de 1971
Destaques: Jim foi o último a se juntar à banda, isso aconteceu durante as gravações do álbum SlipKnoT. Logo que entrou para a banda, ele foi obrigado a usar a máscara do ex-guitarrista Gnar. A máscara era um verdadeiro capuz preto da escravidão... Jim diz que os caras o mandaram usar essa máscara, só para domesticá-lo!!! Pouco antes do Ozzfest 99, Jim criou sua própria máscara, que todos conhecemos hoje em dia.
Equipamentos:
Guitars...
Jackson SLP
Jackson DR-3 Dinky Reverse
Jackson SL2 Soloist

Amps...
Mesa Boogie DC10 Head
Carvin 4X12 Speaker Cabs (top and bottom)

Effects...
Dunlop RotoVibe
Digitech Whammy Pedal
Voodoo Lab GCX Guitar Audio Switcher
Voodoo Lab Ground Control for GCX

Accesories...
EMG 81 Dual Humbucker Pickups

Craig Jones

Número: 5 (cinco)
Máscara: usa um capacete de mergulho cheio de espinhos fincados nele
SlipKnoT: sampler
Data de nascimento: desconhecida
Destaques: Originalmente, Craig se juntou à banda como guitarrista. É o primeiro a sair dos shows pois quer manter sua identidade no anonimato.
Equipamentos:
Yamaha C20A Controller
Yamaha PSR-720 Digital Keyboard
Roland JP8000 Synthesizer
Akai MPC2000XL Sampler
Clavia Nord Lead Synthesizer

Shawn Crahan

Número: 6 (seis)
Máscara: usa uma máscara de palhaço
SlipKnoT: percussão
Data de nascimento: 24 de setembro de 1969 (é o integrante mais velho da banda)
Destaques: Fundou a banda em 1995, juntamente com o baixista Paul Gray. É um admirador de pintores como Cezanne e Picasso. Diz que usa essa máscara, pois um palhaço é uma coisa que agrada outras pessoas, e ele diz ser uma pessoa bastante agradável. Apesar de durante um show do Ozzfest, ter cortado a sua testa duas vezes em uma única música, Shawn diz que não pretende mudar a sua atitute no palco. Ele já sofreu um número enorme de fraturas durante os shows da banda. Shawn diz que sempre acreditou que a brutalidade compensa, principalmente quando se é uma pessoa doida... fica mais divertido. Apesar disso, diz que não quer que nenhum de seus filhos sejam doidos... ele não quer apanhar deles. Suas maiores influências são Kiss e Mötley Crüe.
Equipamentos:
Shawn uses custom titanium drums that he made himself. His set is all placed on hydraulic lifts.

Drums...
2 Mount Toms
1 Floor Tom
1 Bass Drum (set up like the floor tom so you can hit it)
1 Anheiser-Busch Beer Keg

Drumheads...
Mount Tom Batter: Remo Clear Pinstripes
Floor Tom and Bass Drum: Remo Coated Ambassador or Emperor

Sticks...
Zildjian Absolute Rock sticks

Mick Thompson

Número: 7 (sete)
Máscara: usa uma máscara de ferro
SlipKnoT: guitarra
Data de nascimento: 03 de novembro de 1973
Destaques: Ele se diz uma pessoa "noturna" e semelhante a Jason Vorhees de "Sexta-Feira 13". É um grande fã de seriel killers e ama gatos. Começou a tocar em bandas aos 16 anos e seu primeiro show foi aos 19. Ouve muito Morbid Angel, Deicide, Jimi Hendrix e Beatles. Apesar de gostar de assassinos famosos, ele diz que não é uma pessoa violenta... é só não se meter com ele e estará tudo bem. Considera todas as religiões uma perda de tempo para retardados.
Equipamentos:
Guitars...
Custom B.C. Rich Warlock
Jackson Custom King V
Jackson DR3 Dinky Reverse
Ibanez RG470

Amps..
Mesa Boogie Simulclass 2:90 power amp
Marshall JMP1 Tube Preamp
400 watt Carvin 4X12 Speaker Cabinet (Top and bottom)

Effects...
BOSS GX 700 Effects Processor
BOSS GT-3 Multi-Effects Pedal

Accesories...
EMG 81 Dual Humbucker Pickups
Dunlop Jazz III picks

Corey Taylor

Número: 8 (oito)
Máscara: usa uma máscara de couro cheia de dreads feitos com seu próprio cabelo
SlipKnoT: vocal
Idade: 25 anos
Destaques: Corey trabalhava em um sex shop no centro de Des Moines antes de se juntar ao SlipKnoT. Ele tem uma caricatura japonesa da "morte" tatuada no seu pescoço e também tem uma de seu pai. Ele nunca conheceu seu pai, e foi levado a Iowa (para uma cidade chamada Waterloo) pela mãe. Aos 15 anos, viciado em cocaína, ele saiu de casa pensando "se eu não sair dessa eu vou morrer". Então ele se mudou para a casa de sua avó na cidade de Des Moines. Entrou para uma banda local chamada "Stone Sour". Quando a banda Stone Sour se tornou a sensação de Iowa, Corey ainda não estava conformado com a cena metal local. Até o dia em que Shawn, Joey e Mick foram ao sex shop e fizeram uma propósta interessante: "se você não entrar na nossa banda a gente te espanca." Não deu em outra...
Equipamentos:
Shure SM58 Microphones
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23/01/2004 09:07

Esse é o cantor do slipknot.
enviada por R3T4RD4D0_DE_PL4NT4O



21/01/2004 00:39
Esses são os componentes da nova formação da banda ratos de porão.

João Gordo

Nome completo: João Francisco Benedan

Vulgo: João Gordo - Vocal

Idade: 38
Bandas favoritas: Ramones, Devo, The Saints, Sham 69, Cockney Rejects, Discharge, Varukers, Anti Sect, Anti System, Anti Cimex, D.I., F.U.´s, Black Flag, Totalitar, Neos, Slayer, Kiss, Disrupt, Drop Dead, Meanies, Refused, Presto?, Discarga, Excomungados, R.Z.O., X, Rappin' Hood, Sabotage, Racionais, 7 notas 7 colores, Doble V, etc....

Ama: comer porcarias, punk rock, minha muié.

Odeia: paga-paus, punks chatos, nazi fascistas, perguntas cretinas, playboys forgados, Supertramp .

Revolta: a cara de pau dos políticos corruptos do Brasil.

Virtude: sei contar piadas muito bem

Alguma idéia, palpite ou critica: São Paulo é a única cidade do mundo que nos shows o crowd prefere sair no tapa do que fazer a “clássica roda” (mosh). Acho que as bandas brasileiras deveriam cantar em portugues para passar as suas mensagens nas letras. Como disse o mano Sandrão “pinga nunca é uma boa idéia”....o tabaco mata....aproveite as oportunidades que a vida lhe dá...respeite para ser respeitado...valeu!
Jão
Nome completo: João Carlos Molina Esteves

Vulgo: Jão - Guitarra

Idade: 35

Bandas favoritas: Ramones, UK Subs, Chelsea, Bad Brains, Dead Kennedys, Discharge, Varukers, Exploited, Deep Purple, Racionais, Rappin' Hood, etc

Ama: minha família, meus ( poucos ) manos de fé e o ratos de porão

Odeia: hipocrisia, falsidade, arrogância, demagogia e o galvão bueno

Revolta: o jeitinho brasileiro.

Virtude: humildade, lealdade e punk rock.

Alguma idéia, palpite ou critica: não joguem sofá nem pneu no ribeirão.

Boka

Nome completo: Mauricio Alves Férnandez

Vulgo: Boka - Bateria

Idade: 31

Bandas favoritas: Hirax, Discarga, Propaghandi, Seein´Red, Presto?, Jelly Roll Rockheads, Nitrominds, Y, leia-se as primeiras que vieram a cabeça.

Ama: tocar ao vivo

Odeia: tabaco

Revolta: contra todas formas de opressão e controle de massas

Virtude: persistência

Alguma idéia, palpite ou critica: basicamente todas as suas duvidas e insegurança na vida são pontos de vista de outras pessoas que seguem padrões estabelecidos numa sociedade falida. Não tenha vergonha de nada e seja o que você é, mesmo que isso te custe caro! derrube barreiras, destrua a cultura da mentira e da opressão. NA VIDA SIMPLES ESTÃO OS CAMINHOS DA VITÓRIA!!!

Bin Lacto

Nome completo: Paulo Sérgio Sangiorgio Junior

Vulgo: Juninho Bin Lacto - Baixo

Idade: 24

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19/01/2004 14:07

isso é q é banda a melhor de tds quem num gosta é gay.
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15/01/2004 20:47

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09/01/2004 00:26
Festival Holandês WaldRock 2004
- Se vc quer votar na nas bandas cotadas para o festival, e ajudar as suas 3 favoritas a participar deste grande evento, acesse waldrock.no-ip.org/bandpoll/list.php3 e participem.
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30/12/2003 23:54

morte aos pagodeiros.
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30/12/2003 19:44


enviada por R3T4RD4D0_DE_PL4NT4O



30/12/2003 19:17

enviada por R3T4RD4D0_DE_PL4NT4O



30/12/2003 19:16

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enviada por R3T4RD4D0_DE_PL4NT4O



30/12/2003 19:15

enviada por R3T4RD4D0_DE_PL4NT4O



28/12/2003 18:56

enviada por R3T4RD4D0_DE_PL4NT4O



28/12/2003 18:56

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28/12/2003 18:48

q banda
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28/12/2003 18:23

rockeiro q é rockeiro começa desde cedo.
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28/12/2003 16:16


Ai Renata vc pediu e eu coloquei pra vc e pra debora essa foto.
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02/12/2003 14:24



Esse eh o melhor cd da banda, unindo Smell like teen spirit, In bloon, Come as you are, Breed, Lithium, Polly, Territorial, Pissings, Drain You, Lounge Act, Stay Away, On a Plain e Something in the way
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02/12/2003 14:17

enviada por R3T4RD4D0_DE_PL4NT4O



29/11/2003 11:21

enviada por R3T4RD4D0_DE_PL4NT4O



29/11/2003 11:20

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26/11/2003 16:30

enviada por R3T4RD4D0_DE_PL4NT4O



26/11/2003 13:28

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24/11/2003 14:01

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24/11/2003 13:15

débora essa é mais uma para vc.
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22/11/2003 16:40
Oieee gentii... aki eh a Paula prima du Pedro... eu ia arruma aki + u bobão ñ qq!! entra nu meu blog eh www.paula_mfe.blogger.com.br
Pee... eu naum to kondsiguinu koloka gif + dexaa!!!

Zóio de Lula

Tirou a roupa, entrou no mar
Pensei “Meu deus que bom que fosse...
Tu me apresenta essa mulher
Meu irmão te dava até um doce”
Sem roupa ela é demais
Também por isso eu creio
Meu bom meu deus, meu bom me traz
Ainda bem que eu trouxe até meu guarda sol
Tenho toda tarde
Tenho a vida inteira
Já se foi aquele tempo da ladeira, irmão
Já se foi aquele tempo da ladeira, irmão

Meu escritório é na praia
Eu to sempre na área
Mas eu não sou da tua laia, não
Meu escritório é na praia
Eu to sempre na área
Mas eu não sou da tua laia, não

Então
Deixe viver, deixe ficar
Deixe estar como está
Deixe viver, deixe ficar
Deixe estar como está

Meu deus me deu motivo pois eu pago tanto mico
Ela me ignora na esperança eu ainda fico
Eu to fritando aqui, eu vou entregar
Não agüento mais
Se eu não falar hoje talvez nunca veja mais

O dia passa, horas se estendem
As pessoas ao redor nunca me entendem
O dia passa, horas se estendem
As pessoas ao redor nunca me entendem

Então...
-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-
PAPO RETO

Otário, eu vou te avisar: o teu intelecto é de mosca de bar

Você deixou ela de lado pra falar com seus amigos
Sobre as suas coisas chatas
Ela deu brecha eu me aproximei
Porque eu me fortaleço é na sua falha

Ela estava ali sozinha querendo atenção
E alguém pra conversar
Você deixou ela de lado
Vai pagar pela mancada, pode acreditar

Então já era
Eu vou fazer de um jeito que ela não vai esquecer
Se for já era
Eu vou fazer de um jeito que ela não vai esquecer

Otário, eu vou te avisar: intelecto de cu é rola

Você falou pra ela que eu sou loco e canto mal
Que eu não presto
Que eu sou um marginal

Que eu não tenho educação
Que eu só falo palavrão
E pra socialite eu não tenho vocação
Sei que isso tudo é verdade

Mas eu quero que se foda essa porra de sociedade
Pago minhas contas sou limpinho
Não sou que nem você filho da puta viadinho

Refrão

Mexeu com a família agora se vira
Segura a seqüência essa é minha quadrilha
Charlie Brown, Charlie Brown, Charlie Brown

Se não quiser ficar só cuide dela bem melhor
Ou vai ficar só o pó
Ou vai ficar só o pó

Ferro na boneca, pedrada na vidraça
Tudo que eu tenho eu conquistei na raça
Eu não sou simpático a ninguém
Hoje eu vou de limusine mais eu já andei de trem

Pimuu.. tu doluu mtuuuxuu!!! Kissseeesss!! =)


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22/11/2003 15:37

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22/11/2003 15:27

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22/11/2003 15:21

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22/11/2003 15:17

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22/11/2003 14:54

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22/11/2003 14:32

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22/11/2003 14:32

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22/11/2003 14:22

enviada por R3T4RD4D0_DE_PL4NT4O



22/11/2003 14:19

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22/11/2003 14:18

Débora essa é pra vc pois eu sei q vc adora ela.
enviada por R3T4RD4D0_DE_PL4NT4O






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